INFORMATIVO DAVID LOPES MACEDO

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segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Para não esquecer vamos relembrar nomes de alguns dos políticos envolvidos na lista da lava jato

Para não esquecer vamos relembrar nomes de alguns dos políticos envolvidos na lista da lava jato



STF abre inquérito para investigar políticos envolvidos na Lava Jato Lista foi divulgada nesta sexta-feira (6). O Supremo Tribunal Federal divulgou os despachos do ministro Teori Zavascki a respeito dos pedidos feitos pelo procurador-geral da República de investigação no caso da Operação Lava Jato. Depois de analisar todos os pedidos do procurador-geral da República de abertura de inquérito contra políticos que podem ter envolvimento com as denúncias de corrupção da Petrobras e a lista está sendo divulgada na noite desta sexta-feira (6). A assessoria de imprensa do STF já divulgou alguns nomes. Entre os investigados que responderão a inquérito a partir de agora estão: PP - Senador Ciro Nogueira (PI) - Senador Benedito de Lira (AL) - Senador Gladson Cameli (AC) - Deputado Aguinaldo Ribeiro (PB) - Deputado Simão Sessim (RJ) - Deputado Nelson Meurer (PR) - Deputado Eduardo da Fonte (PE) - Deputado Luiz Fernando Faria (MG) - Deputado Arthur Lira (AL) - Deputado Dilceu Sperafico (PR) - Deputado Jerônimo Goergen (RS) - Deputado Sandes Júnior (GO) - Deputado Afonso Hamm (RS) - Deputado Missionário José Olímpio (SP) - Deputado Lázaro Botelho (TO) - Deputado Luis Carlos Heinze (RS) - Deputado Renato Molling (RS) - Deputado Roberto Balestra (GO) - Deputado Roberto Britto (BA) - Deputado Waldir Maranhão (MA) - Deputado José Otávio Germano (RS) - Ex-deputado e ex-ministro Mario Negromonte (BA) - Ex-deputado João Pizzolatti (SC) - Ex-deputado Pedro Corrêa (PE) - Ex-deputado Roberto Teixeira (PE) - Ex-deputada Aline Corrêa (SP) - Ex-deputado Carlos Magno (RO) - Ex-deputado e ex-vice governador João Leão (BA) - Ex-deputado Luiz Argôlo (BA) (filiado ao Solidariedade desde 2013) - Ex-deputado José Linhares (CE) - Ex-deputado Pedro Henry (MT) - Ex-deputado Vilson Covatti (RS) PMDB - Senador Renan Calheiros (AL), presidente do Senado - Senador Romero Jucá (RR) - Senador Edison Lobão (MA) - Senador Valdir Raupp (RO) - Deputado Eduardo Cunha (RJ), presidente da Câmara - Deputado Aníbal Gomes (CE) - Ex-governadora Roseana Sarney (MA) PT - Senadora Gleisi Hoffmann (PR) - Senador Humberto Costa (PE) - Senador Lindbergh Farias (RJ) - Deputado José Mentor (SP) - Deputado Vander Loubet (MS) - Ex-deputado Cândido Vaccarezza (SP) PSDB - Senador Antonio Anastasia (MG) PTB - Senador Fernando Collor (AL) Foi pedido o arquivamento de sete casos: - Senador Delcídio do Amaral, PT - Senador Romero Jucá, PMDB - Ex-deputado Alexandre Santos, PMDB - Ex-presidente da Câmara Henrique Eduardo Alves, do PMDB - Senador Aécio Neves, do PSDB - Senador Ciro Nogueira, do PP - Deputado Aguinaldo Ribeiro, do PP Também houve casos que a procuradoria-geral da República remeteu para a primeira instância. São eles: Cândico Vaccarezza, em um dos processos; Pedro Correa e Antonio Palocci. A partir da abertura do inquérito, as autoridades passam a ser investigadas. Os advogados de defesa dessas autoridades vão tomar conhecimento do processo, vão saber o que foi apurado, eles podem pedir que testemunhas sejam ouvidas, podem questionar o trabalho que foi feito até agora. E o procurador-geral da República, com toda a equipe dele, pode fazer a mesma coisa: pedir que sejam ouvidas pessoas, pedir a quebra de sigilos bancário, fiscal e telefônico, ir atrás de provas. Depois que isso estiver concluído, o procurador-geral da República, sempre sob a supervisão do ministro Teori Zavascki, pode pedir ao STF que as pessoas que ele julgar que devem ser denunciadas, sejam então denunciadas para abertura de processo. Uma questão técnica: no caso de presidentes da Câmara e do Senado, quem decide isso é o plenário do Supremo Tribunal Federal, que é composto por 11 ministros. No caso das outras autoridades, a decisão fica com a segunda turma, que é composta por cinco ministros. Ainda não se sabe o teor dos despachos do ministro Teori Zavascki. O material ainda está sendo divulgado e a expectativa é que em breve a imprensa tome conhecimento de todos os detalhes das delações premiadas de Paulo Roberto Costa e Alberto Youssef, o que eles citaram sobre cada um desses parlamentares. As suspeitas mais comuns dos casos são dos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha.


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