INFORMATIVO DAVID LOPES MACEDO

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terça-feira, 18 de julho de 2017

Neto de Getúlio Vargas repete ato de pai e avô e suicida

Morre em Porto Alegre, aos 61 anos, Getúlio Vargas Neto

Neto do presidente Getúlio Vargas morreu em seu apartamento no bairro Moinhos de Vento, em Porto Alegre


Aos 61 anos, neto do ex-presidente se matou com um tiro na cabeça e, assim como o avô, deixou uma carta

                                                    Getúlio Dornelles Vargas Neto morava em Porto Alegre
Aos 61 anos, Getúlio Dornelles Vargas Neto, neto do presidente Getúlio Vargas, morreu nesta segunda-feira (17) em Porto Alegre. Familiares confirmaram a morte, mas não quiseram se manifestar sobre o assunto.
A Polícia Civil foi acionada e registrou o caso como suicídio. De acordo com a delegada Roberta Bertoldo, um inquérito foi aberto, como é de praxe, mas a polícia não trabalha com outra hipótese.
O corpo foi removido do prédio onde Getúlio Vargas Neto morava, em frente ao Parque Moinhos de Vento, o Parcão, no bairro Moinhos de Vento, e encaminhado ao Departamento Médico Legal (DML) no início da tarde desta segunda-feira. Ao lado do corpo foi encontrado um bilhete, e a delegada acredita que a morte tenha ocorrido no domingo. A filha dele, que morava no mesmo imóvel, estaria viajando no período.
Getúlio Vargas Neto nasceu no Rio de Janeiro, mas foi morar com o pai em Porto Alegre ainda na adolescência. Viveu em Itaqui e chegou a voltar ao Rio há seis anos, quando se filiou ao PPS. Segundo reportagem de O Globo da época, a ideia era de que se candidatasse a vereador ou prefeito na cidade.
O neto de Getúlio Vargas residia na capital gaúcha e administrava os negócios da família. Ele deixa a companheira, a servidora do Tribunal de Justiça (TJRS) aposentada Denise Carneiro, e quatro filhos de dois casamentos anteriores.
O pai, Manuel Antônio Sarmanho Vargas, também se suicidou, em 15 de janeiro de 1997, aos 79 anos. Maneco, como era conhecido, morreu com um tiro no coração em sua fazenda em Itaqui, seguindo o mesmo gesto do seu pai, o presidente Vargas, em 1954.

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