domingo, 13 de março de 2022

CRESCIMENTO DAS CIDADES DO ESTADO DA BAHIA DE 2000 A 2022. E A SUA CIDADE CRESCEU OU PAROU NO TEMPO?

LUIS EDUARDO MAGALHÃES CRESCEU 574,37 EM 22 ANOS, ENQUANTO BARREIRAS CRESCEU 50,18% NO MESMO PERIODO LUIS EDUARDO MAGALHÃES TEM 95,208 HABITANTES CONTRA 147,771 DE BARREIRAS, SE CONTINUAR NESSE RITIMO EM 2044 LUIS EDUARDO MAGALHAES TERÁ 640 MIL HABITANTES CONTRA 221 MIL DE BARREIRAS.



 LUIS EDUARDO MAGALHÃES CRESCEU 574,37% SEGUIDA POR PORTO SEGURO 164,56%, SANTA CRUZ CABRÁLIA 136,34%, LAURO DE FREITAS 112,97% E CAIRU 106,52% 




Guedes mente e diz que “tem mais iPhone no Brasil que população”; entenda

 Tecnologia

Guedes mente e diz que “tem mais iPhone no Brasil que população”; entenda

Afirmação de Guedes não está correta (Imagem: Flickr/ Edu Andrrade/Ascom/ME)



O ministro da EconomiaPaulo Guedes, afirmou nesta sexta-feira (11), durante um evento para a apresentação do plano nacional de fertilizantes, que “tem mais iPhones no Brasil do que população”.

Segundo o ministro, isso acontece por conta da digitalização dos brasileiros.

“A pandemia nos jogou aceleradamente para um futuro que nós já estávamos vivendo. O nosso presidente já era um presidente digital. Já somos o quarto maior mercado digital do mundo. Tem mais iPhones no Brasil do que população. Os Brasileiros têm um, dois iPhones às vezes”, disse ele, segundo o jornal O Tempo.

O ministro, apesar de estar certo sobre os brasileiros terem mais de um celular por habitante e sobre a digitalização do país, erra em relação à Apple.

No Brasil, segundo um estudo da Fundação Getúlio Vargas — FGV de 2021, existem 242 milhões de smartphones para uma população de 212,6 milhões de pessoas, segundo dados de 2020. O que, segundo a FGV, indica a existência de mais de um por dispositivo habitante.


Mas, entre esses 242 milhões de celulares, a marca mais usada é a Samsung, com 40,54% do mercado, segundo o StatCounter. Em seguida, vem a Motorola (26,87%), a Xiaomi (11,45%), a LG (9,48%) e, então, a Apple (9,36%).

Em relação ao sistema operacional, o Android é líder disparado, com 90,5% do mercado. O sistema operacional dos iPhones, o iOS, representa os mesmos 9,36% dos celulares da Apple.

FONTE: MONEYTIMES



sábado, 12 de março de 2022

1.745.339 DE BRASILEIROS FORAM EMBORA DO BRASIL E 807.006 PESSOAS DEIXARAM SEU PAIS E MIGRARAM PARA O BRASIL.

 

              


1.745.339 Brasileiros foram embora do BRASIL. Quase 460 mil  foram morar nos Estados Unidos da América enquanto isso 807.006 escolheram abandonar seu pais de origem para viver no BRASIL




Migrantes do Brasil de acordo com país de destino 1.745.339 brasileiros foram embora
PaísesEmigrantes totais
Estados Unidos459.876
Japão189.735
Portugal136.526
Itália115.970
Espanha109.552
China78.301
Paraguai75.626
França63.208
Alemanha59.082
Argentina49.647
Reino Unido47.487
Austrália42.552
Suíça41.601
Canadá31.221
Bolívia28.045
Chile20.370
Países Baixos19.369
Bangladeche15.115
Bélgica14.634
Uruguai12.790
Irlanda11.299
Peru10.510
Suécia9.740
Israel8.686
México6.643
Áustria6.122
Noruega5.945
Venezuela5.902
Suriname5.375
África do Sul5.131


Imigrantes em Brasil segundo país de origem 807.006 
PaísesIimigrantes
Portugal185.489
Japão65.955
Paraguai52.770
Bolívia52.184
Itália49.965
Espanha41.321
Argentina39.078
Uruguai32.331
China26.078
Estados Unidos23.726
Alemanha21.836
Chile20.747
Peru20.194
Líbano16.584
França12.851
Coreia do Sul11.531
Colômbia9.211
Angola8.665
Reino Unido6.650
Polónia4.681
Países Baixos4.468
Egito4.189
Suíça4.012
Venezuela3.857
México3.601
Áustria3.143
Cuba2.791
Síria2.771
Israel2.704
Guiana2.549

FONTE: ECONOMIA DOS PAISES




segunda-feira, 7 de março de 2022

79 COLÉGIOS ELEITORAIS PERDERAM ELEITORES NA BAHIA, 338 GANHARAM

LISTA DE COLÉGIO ELEITORAIS DA BAHIA DE 2000 A 2022:
 79 PERDERAM ELEITORES E 338 GANHARAM CONFIRA A LISTA COMPLETA:








LISTA (2)


FONTE: TSE


domingo, 6 de março de 2022

PIB do Brasil em 2021 fica em 21º em ranking com 34 países

No meio da tabela

PIB do Brasil em 2021 fica em 21º em ranking com 34 países

Levantamento compilado pela Austin Rating coloca o desempenho da economia brasileira atrás do resultado de Holanda, México e Suécia e à frente da Espanha.





 O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil cresceu 0,5% no quarto trimestre de 2021, na comparação com o terceiro trimestre, e 4,6% no acumulado do ano, o que coloca o crescimento da economia brasileira em em 21º em um ranking de 34 países compilado pela Austin Rating.

O crescimento do PIB do Brasil (4,6%) ficou atrás de HolandaMéxico e Suécia (empatados em 18º, com alta de 4,8%) e à frente da Espanha (4,5%),=.

Dois vizinhos sul-americanos (Peru e Colômbia) encabeçam o ranking, ao lado da Turquia. O Peru ocupa o 1º lugar, com um crescimento de 13,3% do PIB em 2021, seguido de Turquia (11%) e Colômbia (10,7%).


Considerando os países que tiveram desempenho igual em 2021, são 25 posições, sendo que o Brasil ocuparia o 15º lugar. Para 2022, o Brasil tem a menor projeção de crescimento do ranking (a segunda pior é a do México, de alta de 1,9%).

Veja na tabela abaixo:






PosiçãoPaísCrescimento em 2021Projeção para 2022
Peru13,3%2,3%
Turquia11,0%3,4%
Colômbia10,7%4,2%
Índia8,2%7,0%
China8,1%5,2%
Israel8,1%4,3%
Reino Unido7,5%4,3%
Cingapura7,2%3,8%
França7,0%3,9%
10ºBélgica6,4%3,9%
11ºHong Kong6,4%2,9%
Itália6,4%4,4%
13ºTaiwan6,3%3,2%
14ºCanadá5,7%3,8%
Estados Unidos5,7%3,4%
Polônia5,7%4,9%
17ºFilipinas5,6%6,0%
18ºHolanda4,8%3,7%
México4,8%1,9%
Suécia4,8%3,3%
21ºBrasil4,6%0,3%
22ºEspanha4,5%6,0%
23ºDinamarca4,2%2,7%
24ºNoruega4,1%3,3%
25ºCoreia do Sul4,0%2,9%
26ºAustrália3,8%3,3%
República Tcheca3,8%4,1%
27ºIndonésia3,7%5,1%
Suíça3,7%3,0%
29ºAlemanha3,1%3,2%
Malásia3,1%4,5%
32ºArábia Saudita2,9%4,8%
33ºJapão1,7%2,9%
34ºTailândia1,6%2,9%

Alex Agostini, economista-chefe da Austin Rating, diz que “historicamente o Brasil fica no meio ou na rabeira da tabela”, mas o problema maior do país não é a posição no ranking neste ano ou no ano passado, mas o baixo crescimento do país na última década.

“Se a gente pegar os últimos dez anos, de 2012 a 2021, na média o Brasil cresceu 0,4%. Os pares emergentes [Brics) cresceram 3,4%, o mundo cresceu 3% e mesmo os países desenvolvidos cresceram 1,2%”, compara Agostini.

“O mundo cresceu, os emergentes cresceram, e o Brasil não. Até os países desenvolvidos cresceram três vezes mais que a média do Brasil”, pondera o economista-chefe da Austin Rating.


“Claramente isso mostra que o Brasil tem problemas que se sobressaem. O Brasil ainda tropeça nas próprias pernas”, diz Agostini. “O que tem feito o Brasil crescer sempre de forma mediana é o baixo nível de investimento da economia e os problemas domésticos, principalmente fiscais”.

Ao analisar o resultado do PIB no quarto trimestre e do acumulado no ano, o governo diz que a variação do PIB acumulado no período de 2020-2021, que inclui os dois anos afetados pela pandemia, “foi maior que o de todos os países do G7, exceto os Estados Unidos”.

Diz também que o crescimento da economia nos últimos dois anos “ficou acima da maior parte dos países do G20 e foi superior à mediana do grupo”.


FONTE: INFOMONEY


quinta-feira, 3 de março de 2022

União Brasil deve receber R$ 770 mi do fundo eleitoral; veja cada partido.

 União Brasil deve receber R$ 770 mi do fundo eleitoral; veja cada partido.

                                    fusão dos partidos PSL e DEM, formou o União Brasil



A um voto de ser validado pela maioria dos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal), em julgamento que será retomado hoje, o novo fundo eleitoral renderá cifras inéditas aos 32 partidos ativos no país, se confirmado. Com R$ 4,9 bilhões reservados no Orçamento, o fundo deverá pagar mais de R$ 770 milhões a um único partido: o União Brasil, fusão entre PSL e DEM formalizada no início do mês passado.

A pedido do UOL, a Abradep (Associação Brasileira de Direito Eleitoral e Político) calculou os montantes a serem repassados a cada legenda, com base na divisão prevista em lei. A projeção mostra que o União Brasil, já nascido como a maior força do Congresso, terá direito a 15,73% do fundão, bem acima do segundo colocado: o PT, que deverá receber cerca de R$ 484 milhões, ou 9,89% do total.

Diferentemente do fundo partidário, que é pago todo ano às agremiações em parcelas mensais, o fundo eleitoral existe apenas em anos de disputa nas urnas. O recurso foi criado por lei em 2017, dois anos após o STF proibir doações de empresas para campanhas. O Congresso aprovou, em dezembro do ano passado, a destinação de R$ 5,7 bilhões para o fundo eleitoral de 2022. Com maioria na Câmara e no Senado, os congressistas derrubaram um veto do presidente Jair Bolsonaro (PL), que havia proposto um valor de R$ 2,1 bilhões. Ainda no fim do ano passado, o Congresso reduziu a verba para R$ 4,9 bilhões e confirmou a destinação deste valor no Orçamento de 2022. Mesmo com o recuo, esta é a cifra mais alta já determinada para o recurso, que deve ser distribuído em junho a partidos e candidatos. O partido Novo acionou o STF, argumentando que a fixação do valor foi aprovada de maneira irregular, mas o Supremo está a um voto de formar maioria para rejeitar a ação. Em julgamento que será decidido hoje, o placar parcial é de 5 a 1 pela manutenção do valor. O relator do caso, ministro André Mendonça, votou para suspender o aumento, mas foi contrariado por Nunes Marques, Alexandre de Moraes, Edson Fachin, Luís Roberto Barroso e Luiz Fux. Os valores a serem recebidos pelos partidos são aproximados, porque o montante destinado no Orçamento ao fundo eleitoral é ligeiramente maior que R$ 4,9 bilhões. A projeção é de autoria da advogada Carolina Lobo, especialista em direito eleitoral e membro da Abradep. 

Veja quanto cada legenda deve arrecadar, segundo o cálculo: 

União Brasil - R$ 770,07 milhões (15,73% do total) 

PT - R$ 484,61 milhões (9,89%) 

MDB - R$ 356,72 milhões (7,28%) 

PP - R$ 338,59 milhões (6,91%) 

PSD - R$ 334,18 milhões (6,82%) 

PSDB - R$ 314,09 milhões (6,41%)

PL - R$ 283,22 milhões (5,78%) 

PSB - R$ 263,62 milhões (5,38%) 

PDT - R$ 248,43 milhões (5,07%) 

Republicanos - R$ 242,06 milhões (4,94%) 

Podemos - R$ 187,67 milhões (3,83%) 

PTB - R$ 112,21 milhões (2,29% do total)

Solidariedade - R$ 110,754 milhões (2,26%) 

Psol - R$ 97,51 milhões (1,99%) 

Pros - R$ 89,18 milhões (1,82%) 

Novo - R$ 87,71 milhões (1,79%) 

Cidadania - R$ 86,24 milhões (1,76%) 

Patriota - R$ 84,28 milhões (1,72%) 

PSC - R$ 79,87 milhões (1,63%) 

PCdoB - R$ 74,48 milhões (1,52%) 

Rede - R$ 68,11 milhões (1,39%) 

Avante - R$ 67,62 milhões (1,38%) 

PV - R$ 49,00 milhões (1%) 

Agir36 - R$ 22,54 milhões (0,46%) 

PMN - R$ 13,72 milhões (0,28%) 

DC - R$ 9,31 milhões (0,19%) 

PCB - R$ 2,94 milhões (0,06% do total) 

PCO - R$ 2,94 milhões (0,06% do total) 

Brasil35 - R$ 2,94 milhões (0,06% do total) 

PRTB - R$ 2,94 milhões (0,06% do total) 

PSTU - R$ 2,94 milhões (0,06% do total) 

UP - R$ 2,94 milhões (0,06% do total)

Desequilíbrio 

Nas eleições municipais de 2020, a verba dividida entre as siglas foi de R$ 2 bilhões. Na ocasião, as maiores fatias foram levadas pelo PT, com R$ 201 milhões, e o PSL, com R$ 199 milhões. Já em 2022, com o fundão turbinado, os dez maiores partidos do país receberão quantias superiores. Por outro lado, as seis menores siglas terão direito a menos de R$ 3 milhões cada uma. O dinheiro do fundo eleitoral é repartido entre as legendas com base nos votos recebidos nas eleições gerais mais recentes e o tamanho das bancadas na Câmara e no Senado. O União Brasil, que chegou à marca de 81 deputados e sete senadores após a fusão, herda também o desempenho nas urnas alcançado pelo PSL em 2018, ano em que elegeu o presidente Jair Bolsonaro (PL). Os números apontam que o novo valor do fundo vai aprofundar o abismo financeiro entre os partidos grandes e pequenos. O PT, por exemplo, verá sua fatia mais do que dobrar entre as eleições de 2020 e de 2022. O montante pago aos petistas passará dos R$ 201 milhões no último pleito municipal para cerca de R$ 484 milhões neste ano, um aumento de 140%. O crescimento ocorrerá na mesma proporção para as siglas pequenas, mas os ganhos serão mais tímidos. Para as seis siglas menos expressivas nas urnas (PCB, PCO, Brasil35, PRTB, PSTU e UP), o valor de R$ 1,23 milhões pago nas eleições 2020 saltará para aproximadamente R$ 2,94 milhões com o reajuste no fundo. Outro problema apontado por especialistas é a falta de regras para a divisão do dinheiro dentro de cada partido. Conforme a lei eleitoral, os critérios de distribuição interna são uma decisão das próprias legendas.

FONTE: UOL