LUIS EDUARDO MAGALHÃES CRESCEU 574,37% SEGUIDA POR PORTO SEGURO 164,56%, SANTA CRUZ CABRÁLIA 136,34%, LAURO DE FREITAS 112,97% E CAIRU 106,52%
domingo, 13 de março de 2022
CRESCIMENTO DAS CIDADES DO ESTADO DA BAHIA DE 2000 A 2022. E A SUA CIDADE CRESCEU OU PAROU NO TEMPO?
Guedes mente e diz que “tem mais iPhone no Brasil que população”; entenda
Guedes mente e diz que “tem mais iPhone no Brasil que população”; entenda
O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta sexta-feira (11), durante um evento para a apresentação do plano nacional de fertilizantes, que “tem mais iPhones no Brasil do que população”.
Segundo o ministro, isso acontece por conta da digitalização dos brasileiros.
“A pandemia nos jogou aceleradamente para um futuro que nós já estávamos vivendo. O nosso presidente já era um presidente digital. Já somos o quarto maior mercado digital do mundo. Tem mais iPhones no Brasil do que população. Os Brasileiros têm um, dois iPhones às vezes”, disse ele, segundo o jornal O Tempo.
O ministro, apesar de estar certo sobre os brasileiros terem mais de um celular por habitante e sobre a digitalização do país, erra em relação à Apple.
No Brasil, segundo um estudo da Fundação Getúlio Vargas — FGV de 2021, existem 242 milhões de smartphones para uma população de 212,6 milhões de pessoas, segundo dados de 2020. O que, segundo a FGV, indica a existência de mais de um por dispositivo habitante.
Mas, entre esses 242 milhões de celulares, a marca mais usada é a Samsung, com 40,54% do mercado, segundo o StatCounter. Em seguida, vem a Motorola (26,87%), a Xiaomi (11,45%), a LG (9,48%) e, então, a Apple (9,36%).
Em relação ao sistema operacional, o Android é líder disparado, com 90,5% do mercado. O sistema operacional dos iPhones, o iOS, representa os mesmos 9,36% dos celulares da Apple.
FONTE: MONEYTIMES
sábado, 12 de março de 2022
1.745.339 DE BRASILEIROS FORAM EMBORA DO BRASIL E 807.006 PESSOAS DEIXARAM SEU PAIS E MIGRARAM PARA O BRASIL.
1.745.339 Brasileiros foram embora do BRASIL. Quase 460 mil foram morar nos Estados Unidos da América enquanto isso 807.006 escolheram abandonar seu pais de origem para viver no BRASIL
| Países | Emigrantes totais | |
|---|---|---|
| Estados Unidos | 459.876 | |
| Japão | 189.735 | |
| Portugal | 136.526 | |
| Itália | 115.970 | |
| Espanha | 109.552 | |
| China | 78.301 | |
| Paraguai | 75.626 | |
| França | 63.208 | |
| Alemanha | 59.082 | |
| Argentina | 49.647 | |
| Reino Unido | 47.487 | |
| Austrália | 42.552 | |
| Suíça | 41.601 | |
| Canadá | 31.221 | |
| Bolívia | 28.045 | |
| Chile | 20.370 | |
| Países Baixos | 19.369 | |
| Bangladeche | 15.115 | |
| Bélgica | 14.634 | |
| Uruguai | 12.790 | |
| Irlanda | 11.299 | |
| Peru | 10.510 | |
| Suécia | 9.740 | |
| Israel | 8.686 | |
| México | 6.643 | |
| Áustria | 6.122 | |
| Noruega | 5.945 | |
| Venezuela | 5.902 | |
| Suriname | 5.375 | |
| África do Sul | 5.131 | |
| Países | Iimigrantes | |
|---|---|---|
| Portugal | 185.489 | |
| Japão | 65.955 | |
| Paraguai | 52.770 | |
| Bolívia | 52.184 | |
| Itália | 49.965 | |
| Espanha | 41.321 | |
| Argentina | 39.078 | |
| Uruguai | 32.331 | |
| China | 26.078 | |
| Estados Unidos | 23.726 | |
| Alemanha | 21.836 | |
| Chile | 20.747 | |
| Peru | 20.194 | |
| Líbano | 16.584 | |
| França | 12.851 | |
| Coreia do Sul | 11.531 | |
| Colômbia | 9.211 | |
| Angola | 8.665 | |
| Reino Unido | 6.650 | |
| Polónia | 4.681 | |
| Países Baixos | 4.468 | |
| Egito | 4.189 | |
| Suíça | 4.012 | |
| Venezuela | 3.857 | |
| México | 3.601 | |
| Áustria | 3.143 | |
| Cuba | 2.791 | |
| Síria | 2.771 | |
| Israel | 2.704 | |
| Guiana | 2.549 | |
segunda-feira, 7 de março de 2022
79 COLÉGIOS ELEITORAIS PERDERAM ELEITORES NA BAHIA, 338 GANHARAM
domingo, 6 de março de 2022
PIB do Brasil em 2021 fica em 21º em ranking com 34 países
PIB do Brasil em 2021 fica em 21º em ranking com 34 países
Levantamento compilado pela Austin Rating coloca o desempenho da economia brasileira atrás do resultado de Holanda, México e Suécia e à frente da Espanha.
O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil cresceu 0,5% no quarto trimestre de 2021, na comparação com o terceiro trimestre, e 4,6% no acumulado do ano, o que coloca o crescimento da economia brasileira em em 21º em um ranking de 34 países compilado pela Austin Rating.
O crescimento do PIB do Brasil (4,6%) ficou atrás de Holanda, México e Suécia (empatados em 18º, com alta de 4,8%) e à frente da Espanha (4,5%),=.
Dois vizinhos sul-americanos (Peru e Colômbia) encabeçam o ranking, ao lado da Turquia. O Peru ocupa o 1º lugar, com um crescimento de 13,3% do PIB em 2021, seguido de Turquia (11%) e Colômbia (10,7%).
Considerando os países que tiveram desempenho igual em 2021, são 25 posições, sendo que o Brasil ocuparia o 15º lugar. Para 2022, o Brasil tem a menor projeção de crescimento do ranking (a segunda pior é a do México, de alta de 1,9%).
Veja na tabela abaixo:
| Posição | País | Crescimento em 2021 | Projeção para 2022 |
| 1º | Peru | 13,3% | 2,3% |
| 2º | Turquia | 11,0% | 3,4% |
| 3º | Colômbia | 10,7% | 4,2% |
| 4º | Índia | 8,2% | 7,0% |
| 5º | China | 8,1% | 5,2% |
| Israel | 8,1% | 4,3% | |
| 7º | Reino Unido | 7,5% | 4,3% |
| 8º | Cingapura | 7,2% | 3,8% |
| 9º | França | 7,0% | 3,9% |
| 10º | Bélgica | 6,4% | 3,9% |
| 11º | Hong Kong | 6,4% | 2,9% |
| Itália | 6,4% | 4,4% | |
| 13º | Taiwan | 6,3% | 3,2% |
| 14º | Canadá | 5,7% | 3,8% |
| Estados Unidos | 5,7% | 3,4% | |
| Polônia | 5,7% | 4,9% | |
| 17º | Filipinas | 5,6% | 6,0% |
| 18º | Holanda | 4,8% | 3,7% |
| México | 4,8% | 1,9% | |
| Suécia | 4,8% | 3,3% | |
| 21º | Brasil | 4,6% | 0,3% |
| 22º | Espanha | 4,5% | 6,0% |
| 23º | Dinamarca | 4,2% | 2,7% |
| 24º | Noruega | 4,1% | 3,3% |
| 25º | Coreia do Sul | 4,0% | 2,9% |
| 26º | Austrália | 3,8% | 3,3% |
| República Tcheca | 3,8% | 4,1% | |
| 27º | Indonésia | 3,7% | 5,1% |
| Suíça | 3,7% | 3,0% | |
| 29º | Alemanha | 3,1% | 3,2% |
| Malásia | 3,1% | 4,5% | |
| 32º | Arábia Saudita | 2,9% | 4,8% |
| 33º | Japão | 1,7% | 2,9% |
| 34º | Tailândia | 1,6% | 2,9% |
Alex Agostini, economista-chefe da Austin Rating, diz que “historicamente o Brasil fica no meio ou na rabeira da tabela”, mas o problema maior do país não é a posição no ranking neste ano ou no ano passado, mas o baixo crescimento do país na última década.
“Se a gente pegar os últimos dez anos, de 2012 a 2021, na média o Brasil cresceu 0,4%. Os pares emergentes [Brics) cresceram 3,4%, o mundo cresceu 3% e mesmo os países desenvolvidos cresceram 1,2%”, compara Agostini.
“O mundo cresceu, os emergentes cresceram, e o Brasil não. Até os países desenvolvidos cresceram três vezes mais que a média do Brasil”, pondera o economista-chefe da Austin Rating.
“Claramente isso mostra que o Brasil tem problemas que se sobressaem. O Brasil ainda tropeça nas próprias pernas”, diz Agostini. “O que tem feito o Brasil crescer sempre de forma mediana é o baixo nível de investimento da economia e os problemas domésticos, principalmente fiscais”.
Ao analisar o resultado do PIB no quarto trimestre e do acumulado no ano, o governo diz que a variação do PIB acumulado no período de 2020-2021, que inclui os dois anos afetados pela pandemia, “foi maior que o de todos os países do G7, exceto os Estados Unidos”.
Diz também que o crescimento da economia nos últimos dois anos “ficou acima da maior parte dos países do G20 e foi superior à mediana do grupo”.
FONTE: INFOMONEY
quinta-feira, 3 de março de 2022
União Brasil deve receber R$ 770 mi do fundo eleitoral; veja cada partido.
União Brasil deve receber R$ 770 mi do fundo eleitoral; veja cada partido.
fusão dos partidos PSL e DEM, formou o União BrasilA um voto de ser validado pela maioria dos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal), em julgamento que será retomado hoje, o novo fundo eleitoral renderá cifras inéditas aos 32 partidos ativos no país, se confirmado. Com R$ 4,9 bilhões reservados no Orçamento, o fundo deverá pagar mais de R$ 770 milhões a um único partido: o União Brasil, fusão entre PSL e DEM formalizada no início do mês passado.
A pedido do UOL, a Abradep (Associação Brasileira de Direito Eleitoral e Político) calculou os montantes a serem repassados a cada legenda, com base na divisão prevista em lei. A projeção mostra que o União Brasil, já nascido como a maior força do Congresso, terá direito a 15,73% do fundão, bem acima do segundo colocado: o PT, que deverá receber cerca de R$ 484 milhões, ou 9,89% do total.
Diferentemente do fundo partidário, que é pago todo ano às agremiações em parcelas mensais, o fundo eleitoral existe apenas em anos de disputa nas urnas. O recurso foi criado por lei em 2017, dois anos após o STF proibir doações de empresas para campanhas. O Congresso aprovou, em dezembro do ano passado, a destinação de R$ 5,7 bilhões para o fundo eleitoral de 2022. Com maioria na Câmara e no Senado, os congressistas derrubaram um veto do presidente Jair Bolsonaro (PL), que havia proposto um valor de R$ 2,1 bilhões. Ainda no fim do ano passado, o Congresso reduziu a verba para R$ 4,9 bilhões e confirmou a destinação deste valor no Orçamento de 2022. Mesmo com o recuo, esta é a cifra mais alta já determinada para o recurso, que deve ser distribuído em junho a partidos e candidatos. O partido Novo acionou o STF, argumentando que a fixação do valor foi aprovada de maneira irregular, mas o Supremo está a um voto de formar maioria para rejeitar a ação. Em julgamento que será decidido hoje, o placar parcial é de 5 a 1 pela manutenção do valor. O relator do caso, ministro André Mendonça, votou para suspender o aumento, mas foi contrariado por Nunes Marques, Alexandre de Moraes, Edson Fachin, Luís Roberto Barroso e Luiz Fux. Os valores a serem recebidos pelos partidos são aproximados, porque o montante destinado no Orçamento ao fundo eleitoral é ligeiramente maior que R$ 4,9 bilhões. A projeção é de autoria da advogada Carolina Lobo, especialista em direito eleitoral e membro da Abradep.
Veja quanto cada legenda deve arrecadar, segundo o cálculo:
União Brasil - R$ 770,07 milhões (15,73% do total)
PT - R$ 484,61 milhões (9,89%)
MDB - R$ 356,72 milhões (7,28%)
PP - R$ 338,59 milhões (6,91%)
PSD - R$ 334,18 milhões (6,82%)
PSDB - R$ 314,09 milhões (6,41%)
PL - R$ 283,22 milhões (5,78%)
PSB - R$ 263,62 milhões (5,38%)
PDT - R$ 248,43 milhões (5,07%)
Republicanos - R$ 242,06 milhões (4,94%)
Podemos - R$ 187,67 milhões (3,83%)
PTB - R$ 112,21 milhões (2,29% do total)
Solidariedade - R$ 110,754 milhões (2,26%)
Psol - R$ 97,51 milhões (1,99%)
Pros - R$ 89,18 milhões (1,82%)
Novo - R$ 87,71 milhões (1,79%)
Cidadania - R$ 86,24 milhões (1,76%)
Patriota - R$ 84,28 milhões (1,72%)
PSC - R$ 79,87 milhões (1,63%)
PCdoB - R$ 74,48 milhões (1,52%)
Rede - R$ 68,11 milhões (1,39%)
Avante - R$ 67,62 milhões (1,38%)
PV - R$ 49,00 milhões (1%)
Agir36 - R$ 22,54 milhões (0,46%)
PMN - R$ 13,72 milhões (0,28%)
DC - R$ 9,31 milhões (0,19%)
PCB - R$ 2,94 milhões (0,06% do total)
PCO - R$ 2,94 milhões (0,06% do total)
Brasil35 - R$ 2,94 milhões (0,06% do total)
PRTB - R$ 2,94 milhões (0,06% do total)
PSTU - R$ 2,94 milhões (0,06% do total)
UP - R$ 2,94 milhões (0,06% do total)
Desequilíbrio
Nas eleições municipais de 2020, a verba dividida entre as siglas foi de R$ 2 bilhões. Na ocasião, as maiores fatias foram levadas pelo PT, com R$ 201 milhões, e o PSL, com R$ 199 milhões. Já em 2022, com o fundão turbinado, os dez maiores partidos do país receberão quantias superiores. Por outro lado, as seis menores siglas terão direito a menos de R$ 3 milhões cada uma. O dinheiro do fundo eleitoral é repartido entre as legendas com base nos votos recebidos nas eleições gerais mais recentes e o tamanho das bancadas na Câmara e no Senado. O União Brasil, que chegou à marca de 81 deputados e sete senadores após a fusão, herda também o desempenho nas urnas alcançado pelo PSL em 2018, ano em que elegeu o presidente Jair Bolsonaro (PL). Os números apontam que o novo valor do fundo vai aprofundar o abismo financeiro entre os partidos grandes e pequenos. O PT, por exemplo, verá sua fatia mais do que dobrar entre as eleições de 2020 e de 2022. O montante pago aos petistas passará dos R$ 201 milhões no último pleito municipal para cerca de R$ 484 milhões neste ano, um aumento de 140%. O crescimento ocorrerá na mesma proporção para as siglas pequenas, mas os ganhos serão mais tímidos. Para as seis siglas menos expressivas nas urnas (PCB, PCO, Brasil35, PRTB, PSTU e UP), o valor de R$ 1,23 milhões pago nas eleições 2020 saltará para aproximadamente R$ 2,94 milhões com o reajuste no fundo. Outro problema apontado por especialistas é a falta de regras para a divisão do dinheiro dentro de cada partido. Conforme a lei eleitoral, os critérios de distribuição interna são uma decisão das próprias legendas.
FONTE: UOL
-
Patrimônio de Neto cresce mais de 3000% em oito anos e chega a quase R$ 30 milhões Prefeito é candidato à reeleição em Salvador O...
-
Mais da metade dos 66 deputados evangélicos respondem processo no STF A bancada evangélica da Câmara dos Deputados ampliou recentemente...
-
FEIRA DE SANTANA CRESCEU APENAS 18,71%, FICA NA DÉCIMA PRIMEIRA POSIÇÃO NESSA LISTA BEM ABAIXO DE LUIS EDUARDO MAGALHÃES QUE CRESCEU 96,95...