terça-feira, 21 de julho de 2015

DEPUTADO FEDERAL ABRIU MÃO DA REELEIÇÃO PARA SE FILIAR AO PSOL

PSOL elege novo diretório e pode lançar Jesus Rodrigues a Prefeitura
Jesus Rodrigues deixou o PT e pode disputar as próximas eleições para a Prefeitura de Teresina representando o Psol.



O Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) elegeu no último domingo os novos integrantes do diretório municipal do partido em Teresina e entre eles o do ex-deputado federal Jesus Rodrigues, que pode concorrer as eleições para prefeito da capital no ano que vem. A informação foi repassada pelo advogado Maklandel Aquino, presidente do diretório regional do PSOL no Piauí.

A eleição para escolha da nova diretoria aconteceu no Congresso Municipal de Teresina do PSOL, realizado na Associação dos Docentes da Universidade Federal do Piauí – ADUFPI. “Analisamos a conjuntura política, discutimos estratégias e diretrizes do Partido, crescimento e disputa de influência de massas e elegemos a professora militante Luciana Pereira como Presidente do referido Diretório municipal para os próximos dois anos”, informou Maklandel Aquino.



Ainda de acordo com Aquino, além de Jesus Rodrigues, outros nomes podem ser o candidato a prefeito do partido. Rodrigues foi deputado federal pelo PT, mas após discordar com a candidatura de Rejane Dias para deputada federal, acabou desistindo de tentar se reeleger e abandonou o PT para se filiar ao PSOL.

Merlong também pode ser candidato à PMT

 O presidente do diretório municipal do PT em Teresina, José Esmerindo disse que o Partido dos Trabalhadores vai dar total apoio a uma possível candidatura do secretário de Governo Merlong Solano à Prefeitura de Teresina nas eleições do ano que vem. Esmerindo citou ainda os nomes da senadora Regina Sousa e do secretário de Fazenda Rafael Fonteles entre os que possuem boas condições para disputar o cargo. No entanto, ele disse que até agora o PT vem discutindo apenas a disputa para a Câmara de Vereadores.

“As conversas estão girando em torno da chapa de vereadores. Depois vamos entrar na discussão sobre a majoritária e não descartamos nada, porque até agora não discutimos nada. Mas o secretário Merlong Solano pode decidir por uma candidatura, aí terá apoio do partido, assim como outros nomes”, explicou Esmerindo, que não descarta sequer o apoio a uma reeleição do prefeito Firmino Filho (PSDB).

De acordo com o secretário de Governo, Merlong Solano, estando a frente dos governos federal e estadual, o PT precisa participar das atividades do processo político de Teresina. “Eu entendo que o PT estando à frente do governo do Brasil e do Piauí precisa participar ativamente do processo político na capital. É simbolicamente importante. Dando oportunidade ao povo de Teresina do modo petista de governar, que tem resultado em melhoria da qualidade de vida na maioria da população”, explicou Solano.

Por: João Magalhães e Robert Pedrosa- Jornal O Dia

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Congresso do MRT aprova proposta de entrada no Partido Socialismo e Liberdade

Congresso do MRT aprova proposta de entrada no PSOL

Diante da crise do PT e para que esta crise não seja capitalizada pela direita, é preciso lutar por uma saída classista e revolucionária que possa dialogar com os trabalhadores e a juventude que começam a fazer experiência com esse governo e buscar alternativas.



Com 61 delegados eleitos, 35 deles pertencentes ao movimento operário e 29 delegadas mulheres, o I Congresso do Movimento Revolucionário de Trabalhadores, que impulsiona o portal Esquerda Diário, secionou nos dias 17, 18 e 19 de julho.

Um dos principais debates do Congresso do MRT foram as perspectivas da esquerda brasileira frente à crise do governo Dilma e PT.

Em um dos pontos de discussão a mesa leu a seguinte carta enviada pelo Comitê Central do MRT à direção do PSOL no dia 27 de maio:

“Ligado à desaceleração da economia chinesa e a tendência à migração de capitais estrangeiros para os Estados Unidos, observa-se um desgaste dos governos pós-neoliberais na América Latina, ao mesmo tempo em que se observam crescentes processos de luta da classe trabalhadora e da juventude em distintos países da região. Como vimos nas jornadas de junho de 2013 e na onda de greves no Brasil, nas quatro paralisações nacionais contra o governo de Cristina Kirchner na Argentina, nas lutas estudantis e dos portuários no Chile etc., emergem processos de luta de classes nos quais as aspirações geradas pelo gradualismo dos anos anteriores chocam-se com os limites estruturais de cada país; e as tentativas de retirar as conquistas enfrentam importantes processos de resistência.

A política de ajustes do segundo mandato de Dilma, o agravamento das tendências recessivas, o debilitamento das instituições do regime e em especial do PT em função dos escândalos de corrupção e as greves que vêm atravessando o país localizam o Brasil como país mais instável e dinâmico dessas tendências que percorrem a América Latina.

Entretanto, assim como em distintos países vizinhos o desgaste dos governos pós-neoliberais vem sendo acompanhado pela recomposição de tendências à direita do espectro político, no Brasil vemos a crise do PT desdobrar-se ao mesmo tempo em que o PSDB se fortalece. Assim, nas últimas eleições, o debilitamento eleitoral do PT veio acompanhado de uma importante recomposição eleitoral dos tucanos e de um fortalecimento da direita mais reacionária no Congresso. Essa tendência eleitoral vem se expressando de forma ativa nos primeiros meses de 2015 através dos atos de massas impulsionados pela direita e da tramitação de leis reacionárias como a do aumento da maioridade penal e a que aprofunda as terceirizações, para além das medidas de ajustes impulsionadas pelo próprio governo.

Ainda que o refluxo das manifestações pelo impeachment de Dilma, e a necessidade do governo de negociar e camuflar as medidas de ajuste expressem a vigência da relação de forças aberta em junho de 2013, não está descartada a possibilidade de que, caso a classe trabalhadora e a juventude sejam derrotados nos processos de luta de classes em curso, a crise do PT termine sendo capitalizada pela direita.

Nesse marco, hoje consideramos que os 1,6 milhão de votos recebidos por Luciana Genro nas eleições de 2014 expressaram, ainda que de forma minoritária, parte das aspirações progressistas dos trabalhadores e da juventude que protagonizaram as jornadas de junho de 2013 e as greves que vêm atravessando o país. Essa tendência foi demonstrada pelo crescimento eleitoral que o PSOL teve em algumas das cidades de maior concentração operária do país, nas quais o PT retrocedeu das posições que historicamente ocupou, ainda que o PSDB tenha arrematado a maior parte desse declínio. Consideramos que esse resultado eleitoral localiza o PSOL como um partido que pode expressar crescentemente parte importante das tendências de massas que se desenvolverão à esquerda da crise do PT.

Em base a essa caracterização, e partindo de que o PSOL se define como um partido amplo com liberdade de tendências, e levando em consideração as divergências que temos com cada uma das correntes que o compõe, abrimos no MRT (ex-LER-QI) um debate sobre a possibilidade de entrar no PSOL e, como corrente interna defender nossas ideias revolucionárias fazendo parte desse processo político progressista que consideramos que irá atravessar o PSOL no próximo período.

Tendo em vista que o resultado desse debate vai ser definido de forma soberana em um Congresso da nossa organização que se realizará proximamente, perguntamos a vocês qual a possibilidade de que o MRT (ex-LER-QI) se constitua como uma tendência interna do PSOL”.

Lida a carta, a mesa de abertura relatou ao plenário o conteúdo da resposta oficial da Executiva Nacional do PSOL em reunião com representantes do Comitê Central do MRT no dia 15 de julho. Companheiros da Insurgência, da Ação Popular Socialista (APS) e do Movimento de Esquerda Socialista (MES), tendências internas do PSOL, informaram que antes de março/abril de 2016 seria impossível a entrada do MRT como mais uma tendência interna do PSOL, e que mesmo nesta data uma eventual entrada estará subordinada à aceitação, por parte do MRT, do programa que o PSOL aprovará em seu Congresso que se realizará em dezembro de 2015. Os companheiros também colocaram que, independente da resolução final sobre a entrada ou não do MRT no PSOL como tendência interna, o PSOL concederá sua legenda para que o MRT possa ter candidatos que expressem suas ideias nas eleições municipais de 2016.



 I Congresso do MRT foi presidido por Diana Assunção e teve mesa composta por Maíra Machado, conselheira da subsede da APEOSP de Santo André; Francielton Bananeira, delegado sindical do Metrô de São Paulo; Iuri Tonelo, editor do portal Esquerda Diário; Leandro Lanfredi, petroleiro do Rio de Janeiro; Carolina Cacau, do Centro Acadêmico de Serviço Social da UERJ; Vilma Maria, trabalhadora do bandejão da USP e Marcelo Tupinambá, da Direção do MRT

A ampla maioria dos delegados presentes considerou a posição da direção do PSOL incoerente com os ritmos acelerados da situação política no Brasil e a necessidade de construir urgentemente uma alternativa capaz de impedir que a crise do governo Dilma e do PT seja capitalizada pela direita. Distintos delegados consideraram também que tal resposta é contraditória com a trajetória do PSOL de se construir como um partido amplo, aberto a tendências anticapitalistas.

Marcelo Pablito, diretor do Sintusp, defendeu nossa participação no debate programático hoje aberto no PSOL para seu Congresso, pois seria ruim que pudéssemos opinar somente depois que o programa já tenha sido aprovado.

Leandro Lanfredi, petroleiro do Rio de Janeiro, afirmou que essa postura do PSOL não ajuda a que possa ser feito abertamente aos olhos dos trabalhadores, das mulheres e da juventude um debate tão importante sobre qual o caminho a esquerda deve adotar para impedir que a crise do PT seja capitalizada pela direita.

Flávia Vale, professora de Minas Gerais, destacou que os êxitos da Frente de Esquerda e dos Trabalhadores na Argentina (FIT, pela sigla em espanhol) mostram a viabilidade de uma estratégia de independência de classe e de enraizamento na classe operária para setores de massa. Por isso, esse deveria ser um projeto legítimo de ser debatido como alternativa aos projetos tipo Syriza na Grécia ou o Podemos no Estado Espanhol.

Diana Assunção, também diretora do Sintusp, ressaltou que o PSOL deveria estar aberto para o MRT e para todo e qualquer setor que defenda ideias revolucionárias e queira unir forças para impedir que a crise do PT seja capitalizada pela direita, pois isso seria o coerente para um partido organizado com liberdade de tendências e que até agora não colocou limites para a entrada de nenhum setor.

Ao final dos debates, com apenas dois votos contrários, o Congresso aprovou a proposta do MRT se constituir como uma tendência interna do PSOL, ao mesmo tempo em que fez um chamado à direção deste partido para que reveja sua decisão informada no dia 15 de julho.

FONTE: ESQUERDA DIÁRIO

sábado, 18 de julho de 2015

Revista ultimato revela pesquisa onde aponta alto índice de evangélicos nas prisões


80% eram membros de alguma igreja 

evangélica antes de ser presos.


Vida carcerária — uma radiografia dos presos crentes, o dia-a-dia deles nos presídios

Mais de cem presos evangélicos de cinco Estados brasileiros recebem regularmente a revista Ultimato. Sessenta deles preencheram um questionário sobre a vida carcerária, enviado pela redação. A partir desses dados, podemos passar as seguintes informações. 

Quanto à idade — o mais jovem tem 22 anos e o mais velho, 60. Mais da metade está na faixa dos 31 a 40 anos. O segundo maior grupo é formado de jovens entre 21 e 30 anos (28%). 

Quanto ao estado civil — a porcentagem de solteiros e de casados (ou amigados) é igual (40% para cada grupo). Os demais são separados ou divorciados (17%) e viúvos (3%). 

Quanto à religião — 80% eram membros de alguma igreja evangélica antes de ser presos. Todavia, 65% declaram que se converteram no presídio (o número inclui os que já eram filiados a alguma denominação). Para 47% dos presos, é mais difícil ser crente dentro do presídio, enquanto que 30% acham que fora dele é mais difícil. Onze por cento acreditam que é difícil tanto dentro como fora. Os demais 12% não souberam opinar porque não eram crentes antes de ser presos. A maioria absoluta (92%) tem irmãos na fé em sua cela. Apenas 8% vivem isolados de outros crentes. Em alguns casos, há de 6 a 10 crentes na mesma ala (22%). Esse número pode chegar entre 11 a 20 evangélicos por cela (19%). Eles chegam a se reunir para orar, cantar e ouvir a Palavra várias vezes por semana. Em alguns casos, todos os dias. Setenta e dois por cento recebem assistência religiosa de alguma igreja ou de algum capelão. Muitos lêem regularmente a Bíblia. Em quase todos os presídios há agentes penitenciários e outros funcionários evangélicos. 

Quanto ao crime — Surpreendentemente, poucos se omitiram quanto à pergunta feita cuidadosamente: “Se não for constrangedor, você pode mencionar o crime de que é acusado? Diga apenas se o desejar.” A maior parte cometeu o crime previsto no artigo 157 do Código Penal Brasileiro: “Subtrair coisa móvel alheia, para si ou para outrem, mediante grave ameaça ou violência à pessoa, ou depois de havê-la, por qualquer meio, reduzido à impossibilidade de resistência”. Outros cometeram o crime de “constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça a praticar ou permitir que com ele se pratique ato libidioso diverso de conjunção carnal” (artigo 214). Entre as respostas mais explícitas, estão: “Tirei a vida de uma pessoa”; “Cometi assalto, furto, atentado violento ao pudor, estelionato e seqüestro”. 

Quanto à pena — Um dos entrevistados foi condenado a 54 anos de reclusão. O tamanho da pena para 34 presos vai de onze a trinta anos. Seis pessoas estão presas há mais de onze anos; doze. há mais de oito anos; 22, há mais de quatro anos e 16, há mais de um ano. Somente dois presos ainda não completaram um ano de encarceramento. 

Quanto à vida carcerária — 64% dos presos acham suficientes as três refeições diárias. Apenas 10% permanecem na cela 24 horas por dia. A maioria faz algum trabalho na cela ou no presídio (81%). Só dois podem atender telefonema (por estarem em regime semi-aberto). Três quartos dos presos têm acesso a rádio (na cela) e a televisão. As brigas entre os presos de uma mesma cela são raras (80% disseram que não brigam, 12% disseram que brigam e 10%, que “às vezes” têm algum atrito). Com exceção de seis presos, nenhum participou até agora de alguma rebelião (90%). 

Quanto ao sistema carcerário brasileiro — Entre as respostas destacam-se: “Precisa urgentemente de uma reformulação”; “Não ressocializa ninguém e nos obriga a aprender coisas desagradáveis para sobreviver”; “Completamente falido”; “Falido, desestruturado, mal administrado, desumano e, para alguns, escola de crime”; “Péssimo, desastroso, atrasado, covarde e só funciona para quem tem dinheiro”; “Lento em termos jurídicos, precário, mal aparelhado e obsoleto” etc. Um dos encarcerados declarou que o presídio não recupera ninguém: “A pessoa entra, sai pior do que era e, depois, volta, a não ser que tenha um encontro com o Senhor Jesus”. Outro garante que “a penitenciária é uma universidade às avessas — transforma pessoas que cometeram alguns erros em criminosos de verdade”. Testemunho parecido é o do preso que afirmou que “o sistema polui, pois a pessoa chega lá com o primário e sai com diploma de malandro”. A palavra mais otimista é daquele que declarou: “O sistema já foi pior”. E a mais esperançosa é do preso que confessou: “Estou orando para que Deus melhore cada vez mais o sistema penal brasileiro”.

FONTE: REVISTA ULTIMATO

quinta-feira, 16 de julho de 2015

PSOL ENTRA COM AÇÃO CONTRA A ALBA


Presidente Estadual do PSOL declara que o partido vai entrar com uma ação contra a contratação de ex-deputados na ALBA
O Presidente Estadual do PSOL na Bahia, Marcos Mendes, declarou à imprensa baiana que o Partido Socialismo e Liberdade irá entrar com uma ação na justiça contra a contratação de ex-deputados pelo Presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), Marcelo Nilo. De acordo com dados divulgados pelo Jornal Folha de São Paulo, a ALBA possui cerca de oito ex-deputados que foram nomeados para cargos comissionados e um ex-parlamentar que, apesar de ser concursado, ocupa atualmente cargo de nomeação. Os salários desses ex-parlamentares variam entre 5 mil a 13,3 mil .
Em entrevista à um jornal de grande circulação, Mendes ressaltou que enquanto a Assembleia acomoda ex-parlamentares derrotados nas eleições, a nomeação dos concursados não é efetivada. Mendes citou dados do SINDALBA, sindicato dos servidores da Assembleia Legislativa, no qual destaca que, de um universo de 3 mil funcionários, apenas 300 foram efetivados através de concurso público. " Temos informações de que pelo menos 24 ex-deputados, na última década, foram contratados pela ALBA", salientou o psolista.
Atualmente, a ALBA possui em seu quadro de funcionários os ex-deputados Carlos Gaban (DEM), Clovis Ferraz(PSD), Maria Luiza Laudano (PSD) e Isaac Cunha (PT). O Jornal Folha de São Paulo salienta que os nove ex-deputados geram uma despesa anual de aproximadamente R$ 1 milhão aos cofres públicos.

ASCOM PSOL BA\ Jaqueline Barreto


quarta-feira, 15 de julho de 2015

Deputado diz que dupla Ba-Vi caiu para Série B por causa do PT


'Fora de órbita', Aleluia diz que dupla Ba-Vi caiu para Série B por causa do PT

O deputado federal José Carlos Aleluia, presidente estadual do DEM, creditou o rebaixamento da dupla Bahia e Vitória ao envolvimento de figuras ligadas ao PT na administração dos dois maiores clubes baianos. De acordo com a Tribuna da Bahia, Aleluia citou as influências de Fernando Schmidt, ex-secretário de Jaques Wagner, e José Rocha (PR), no Bahia e no Vitória, respectivamente, como uma forma de estatizar os clubes baianos. “A queda do Bahia e do Vitória foi culpa do PT. Eles que afundaram os clubes”, afirmou. O presidente do PT na Bahia, Everaldo Anunciação, questionou a sanidade de Aleluia quando soube da imputação de culpa ao partido. “As derrotas nas eleições majoritárias deixaram Aleluia fora de órbita. É simplesmente ridículo que um deputado federal que representa um estado como a Bahia esteja tão atrasado na forma de pensar e com o tamanho da hipocrisia que ele vem revelando em alguns temas relacionados ao país”, cravou o petista.

FONTE: BAHIA NOTICIAS

terça-feira, 14 de julho de 2015

PSOL É O PARTIDO MAIS IDEOLÓGICO DO BRASIL, PARTIDO TEM 10 DAS 44 IDEOLOGIAS APRESENTADAS NO TSE


FONTE: TSE

Altamirista PCO
Ambietalismo PV
Centrismo PRB PMDB PSL PTN PR PRTB PHS PTC PRP PEN PTdoB
Centro Direita PSC PSDC PSD
Centro Esquerda PDT PTB PMN PV PSDB PPL SDD PROS
Comunismo PSTU PCB PCO PSOL PCdoB
Conservadorismo  PP PSC PRTB PTC
Conservadorismo Liberal DEM
Democracia PMDB
Democracia Cristã PRB PSC PSDC PHS PEN
Democracia Liberal PP DEM
Direita PP DEM
Ecosocialismo PSOL
Esquerda PT PPS PSB
Estalinismo PCB PCdoB
Extrema Esquerda PSTU PCB PCO PSOL PCdoB
Fisiologismo PMDB PSC PV PTdoB
Grantista PSOL
Humanismo PDT
Khrushchevismo PCB
Leninismo PSTU  PCB PCO PSOL PCdoB
Liberalismo Economico PSL DEM
Liberalismo Social PSL PR PV
Mandelista PSOL
Maoismo PCdoB
Marxismo  PT PSTU PCB PCO PSOL PPL PCdoB
Mobilização PMN
Morenista PSTU PSOL
Nacionalismo PTB PTN PTdoB
Neoliberalismo DEM
Parlamentarismo PSDB
Participatismo PRTB
Populismo PP PT PTB PRTB SDD
Progressismo PRP
Protecionismo PR
Republicanismo PR PRP PROS
Sincretismo Politico PMDB PSD
Social Democracia PDT PT PPS PSDB PROS
Socialismo PT PSTU PCB PCO PSOL PCdoB
Socialismo Cietifico PPL
Socialismo Democratico PT PPS PSB
Sustetabilidade PEN
Trabalhalismo PDT PTB PTN PRTB SDD PTdoB
Trotskismo PSTU PCB PCO PSOL

FILHO DO PREFEITO DE RUY BARBOSA PRESO

Chapada: Confirmada prisão do filho do prefeito de Ruy Barbosa durante operação da PF



O filho do prefeito José Bonifácio Dourado, do município de Ruy Barbosa, na Chapada Diamantina, foi preso na Operação Águia de Haia, deflagrada na segunda-feira (13) pela Polícia Federal (PF). De acordo com informações do site Bocão News, Cleber Dourado é sócio da Ktech Key Technology. Cleber foi a segunda pessoa presa na operação da PF, que investiga um esquema de desvio de dinheiro do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).
Esse esquema acontecia por meio de uma organização criminosa liderada pelo empresário Kells Belarmino Mendes, dono da Ktech Key Technology e da KBM Informática, que utilizava o deputado estadual Carlos Ubaldino (PSD) como intermediário para chegar aos municípios e conseguir contratos. Cerca de 25 municípios da Bahia estão envolvidos, e o valor desviado ultrapassa os R$ 57 milhões. Segundo a PF, 10% da fatura paga iria para o prefeito e 3% para o mediador.
FONTE: JORNAL DA CHAPADA