segunda-feira, 11 de março de 2019

Cidades onde mulheres são maioria na Câmara não refletem emancipação feminina na política



Cidades onde mulheres são maioria na Câmara não refletem emancipação feminina na política     


Nos colégios eleitorais que fogem à regra brasileira da maior representatividade masculina nas Câmaras dos Vereadores, nenhum conta com população acima de 50 mil habitantes, e são marcados, quase sempre, por histórias de oligarquias dominadas por políticos homens    


Existe um Brasil que elege mais mulheres do que homens para as câmaras municipais, e não é o Brasil das capitais nem das grandes cidades. É o das cidades pequenas, onde a política local costuma ser dominada por poucas famílias, e por isso as mulheres que se elegem não raramente apresentam algum parentesco com políticos homens que mantêm influência histórica no município.  No último pleito municipal, foram 23 municípios que elegeram maioria feminina para suas câmaras de vereadores, de acordo com dados estruturados pelo pesquisador do IBGE e professor da Escola Nacional de Ciências e Estatísticas José Eustáquio Diniz. 


A Gênero e Número analisou o número da população de cada uma dessas cidades e constatou que nenhuma chega, sequer, a 50 mil habitantes – na classificação do IBGE, uma cidade passa a ser média quando tem população maior que 100 mil habitantes. Nos grandes centros urbanos, aqueles com mais de 500 mil habitantes, e nas cidades com expressivos orçamentos municipais não há e nunca houve até hoje câmara com mais mulheres do que homens. No maior colégio eleitoral do país, São Paulo, as mulheres são ainda apenas 12,2% dos vereadores.  O município de Fronteiras (PI), com população em torno de 11 mil habitantes, foi o que apresentou a maior porcentagem de vereadoras eleitas em todo o Brasil no último pleito. Elas foram 66,7% em um total de nove eleitos. Entre as seis mulheres empossadas, pelo menos três são de uma mesma família, a Bezerra, e fazem parte da mesma coligação, a “Unidos para Avançar”. Uma delas, Célia Maria Bezerra (PSB-PI), comemorou na ocasião seu terceiro mandato. É neta do primeiro prefeito da cidade, Antônio Francisco Pereira, que esteve no cargo executivo nada menos que cinco vezes. 


Há casos em que as mulheres, a fim de capitalizar nas urnas a tradição política da família, abrem mão até da própria identidade, como em Sítio Novo (RN), cidade onde o gênero feminino é 55,6% da câmara municipal. A candidata mais bem votada entre todos os que se lançaram na disputa à câmara de Sítio Novo em 2012 fez campanha com o nome Aninha de Paulo, pelo PMDB-RN. Paulo, ex-prefeito do município potiguar de cerca de 5 mil habitantes, é seu pai. 


Com esse perfil, as 23 cidades que têm atualmente mais mulheres nas suas respectivas câmaras não representam “ilhas” de avanço feminino na política, como fica evidente quando se analisa o contexto. No entanto, há candidatas Brasil afora, entre as mais de 150 mil que se cadastraram neste ano para a disputa da vereança em cidades de diferentes tamanhos que, na esteira do levante do movimento feminista ocorrido recentemente, chegam às eleições carregando no discurso a busca por protagonismo, equidade de gênero e diversidade na política. Mulher negra e feminista que nasceu e cresceu no Complexo da Maré, Zona Oeste do Rio de Janeiro, Marielle Franco (PSOL-RJ) corre atrás de uma cadeira para legislar na segunda maior do capital país. “Sou filiada ao PSOL desde 2008, mas apenas este ano, durante um evento que discutia exatamente a presença das mulheres no espaço público, realizado na semana do 8 de março, enxerguei a possibilidade da candidatura”, conta Marielle. A candidata e socióloga, que está se lançando ao seu primeiro cargo eletivo, já trabalha com a política municipal, coordenando a Comissão de Direitos Humanos da Alerj (Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro). “Ter um cargo é disputar o Estado por dentro, e isso já faço, no dia-a-dia, com as articulações que estão ao meu alcance, mas para uma empreitada maior como essa eu sabia que dependeria do coletivo como nunca antes”, diz. 


“Falar sobre gênero é importante, sempre, mas para mim o recorte no debate de gênero é também racial, sempre”, pondera.  No estado do Rio de Janeiro, o retrato das câmaras ainda é masculino. Aliás, quando se observa todas as câmaras municipais agregadas por estados brasileiros, o Rio de Janeiro, com 8,92% de mulheres nas câmaras, fica atrás do Espírito Santo, que na média apresenta 7,58% de mulheres na composição das câmaras municipais. 


Em 2016, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) divulgou, pela primeira vez, estatísticas de raça para as candidaturas municipais. Das cerca de 152 mil mulheres que se cadastraram para disputar o cargo de vereadora, apenas 8,6% são negras. A maioria, 52,8%, é branca. As amarelas, pardas e indígenas somam 38,6%, sendo as indígenas as que amargam menor representatividade entre todas. 

Quando elas são apenas as esposas dos “fichas-sujas”  


Na segunda eleição municipal depois da aprovação da Lei da Ficha Limpa (nº 135/2010), o cerco do TSE aos políticos que tiveram mandato cassado, que foram condenados em processos criminais, ou que renunciaram aos seus mandatos para evitar uma possível cassação continua. Em 2012, primeiro pleito em que a lei esteve em vigência, foram pelo menos 868 candidatos impedidos de disputar as eleições, de acordo com dados do TSE. Desde então, já se tem notícias de políticos que, para não saírem dos círculos do poder, lançaram esposas candidatas. Em 2014, nas Eleições Gerais, um dos casos emblemáticos foi a da única mulher eleita governadora naquele ano, Suely Campos (PP-RR). Ela se lançou candidata somente depois de o marido Neudo Campos (PP-RR) ter desistido da candidatura por ter tido seu registro negado pelo Tribunal Regional Eleitoral, ao ser considerado Ficha Suja – o TCU constatou ausência de comprovação da aplicação de recursos e omissão na prestação de contas. “Serei uma sombra dela”, declarou Neudo, até então líder nas pesquisas de intenção de votos, quando a candidatura de Suely foi anunciada como o nome da legenda para a disputa do governo roraimense. A candidata venceu o então governador Chico Rodrigues, que tentava a reeleição, e seguiu para o cargo com o marido na cola.  Neste ano, vários casos de esposas de fichas-sujas que saíram candidatas já foram notados. 

Recentemente o jornal Estado de Minas publicou reportagem onde traz alguns nomes em Minas Gerais, como o da advogada Angela Myrink (PP-MG), que vai disputar a prefeitura de Uberaba depois que o seu marido, Anderson Adauto (PP-MG), ex-prefeito do município, ter sido enquadrado na Ficha Limpa – por ser acusado de usar recursos da prefeitura de Uberada para promoção pessoal – e ter registro negado em 2014, quando tentou se lançar deputado federal. Outra esposa de ex-prefeito enquadrado pela lei que vai disputar uma prefeitura no estado é Marcela Fonseca, que prefere o “Marcela de Warmillon” (PSD-MG) para a campanha em Pirapora. O marido, Warmillon Fonseca (DEM-MG), foi prefeito em duas cidades de Minas Gerais, permanecendo por quatro mandatos, mas responde a processos por enriquecimento ilícito, improbidade administrativa, entre outros.  

Mas não são apenas os homens que fazem uso desse controverso recurso. Em Vitorino Freire (MA), a ex-presidente da Câmara dos Vereadores, Maria Telma Gonçalves de Oliveira (PTC-MA), está inelegível por ser acusada de dano ao patrimônio público e improbidade administrativa. Ela lançou, semanas atrás, seu marido, Edinaldo (PTC-MA), na corrida pela vereança local. Na campanha, ele repete o padrão das colegas, e se vende como “Edinaldo da Tia Telma”.




















  FONTE: Giulliana Bianconi é jornalista e codiretora da Gênero e Número












Primeira prefeita eleita no Brasil foi a potiguar Alzira Soriano

Primeira prefeita eleita no Brasil foi a potiguar Alzira Soriano


Luíza Alzira Soriano Teixeira foi a primeira prefeita eleita no Brasil e na América Latina. Tomou posse no cargo em 1º de janeiro de 1929. Viúva, Alzira Soriano disputou em 1928, aos 32 anos, as eleições para a prefeitura de Lajes, cidade do interior do Rio Grande do Norte, pelo Partido Republicano, e venceu com 60% dos votos, quando as mulheres nem sequer podiam votar.
Mas foi pouco tempo de administração, apenas sete meses. Com a Revolução de 1930, Alzira Soriano perdeu o seu mandato por não concordar com o governo de Getúlio Vargas. A responsável pela indicação de Alzira como candidata à Prefeitura de Lajes foi a advogada feminista Bertha Lutz, uma das figuras pioneiras do feminismo no Brasil.
A administração de Alzira Soriano à frente da Prefeitura de Lajes resultou na construção de novas estradas, como a que fazia a ligação entre os municípios de Cachoeira do Sapo e Jardim de Angicos. Ela também construiu mercados públicos distritais, fez escolas e cuidou da iluminação pública a motor.
Somente com a redemocratização, em 1945, Alzira Soriano voltou à vida pública, como vereadora do município de Jardim de Angicos, onde nasceu. Foi eleita por mais duas vezes consecutivas, liderando a União Democrática Nacional (UDN). Chegou à Presidência da Câmara de Vereadores mais de uma vez. Aos 67 anos, Alzira morre em 28 de maio de 1963 por complicações de um câncer.
Direito ao voto

Nas eleições convocadas por Getúlio Vargas para uma Assembleia Constituinte, nos anos de 1934 e 1935, foi eleita a primeira mulher deputada federal, Carlota Pereira de Queiroz, médica paulista. Berta Lutz, cientista e feminista, primeira suplente do Distrito Federal, assumiu o mandato em 1936.
Com muita luta na vida política, outras mulheres garantiram que, pela primeira vez, a Constituição brasileira consagrasse, entre outros aspectos, o princípio de igualdade entre os sexos, o direito do voto feminino e as garantias de proteção ao trabalho da mulher. São elas: Maria do Céu Pereira Fernandes, a primeira deputada eleita do Rio Grande do Norte, em 1934; e Almerinda Ganla, eleita entre os 40 delegados classistas (trabalhadores e empregados), em 1935.
De acordo com Ane Cajado, historiadora do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a Constituição Republicana de 1891 não proibia o voto feminino, pois considerava como eleitores os cidadãos brasileiros maiores de 21 anos. “A interpretação que se fazia era de considerar cidadão brasileiro apenas o homem”, explicou.
Ainda segundo a historiadora, a eleição da primeira deputada no Brasil, Carlota Pereira, “sem dúvida foi um marco da história da emancipação da mulher”. Seu mandato foi em defesa da mulher e das crianças e trabalhava por melhorias educacionais que contemplassem melhor tratamento das mulheres. Além disso, publicou uma série de trabalhos em defesa da mulher brasileira.
FONTE: TSE


                               Primeira Vereadora do Brasil


Joana Cacilda Bessa


Joana Cacilda Bessa, a primeira Vereadora do Brasil. Joana nasceu em 26 de Setembro de 1898, filha de José Marcolino Bessa e Emília Rosa Botão. Ela foi a primeira eleitora de Pau dos Ferros, um pequeno município de Jaú, e, em 1927, a primeira intendente municipal. Foi eleita em 2 de setembro de 1928 com 725 votos. Joana Cacilda foi a primeira mulher do Rio Grande do Norte e do Brasil a se eleger Vereadora, já que, na época, esse cargo era denominado de Intendente. Faleceu em 01 de novembro de 1998 aos 102 anos. Cacilda apenas é lembrada como primeira eleitora de Pau dos Ferros, mas os pesquisadores nunca se aprofundaram na história dessa mulher, que fez história sendo a primeira Vereadora de nosso País.
   

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

80415 pessoas se filiam a partidos em 2018 alguns partidos perderam filiados!


Democratas, MDB, PCB, PMN, PPS, PR, PSTU, PTB e PV Perderam filiados!  26 partidos conseguiram ganhar novos filiados e cresceram! 









2019
Eleitores % 2018 Eleitores %
AVANTE 186.924 1,114 AVANTE 184.938 1,107
DC 186.924 1,114 DEM 1.095.179 6,557
DEM 1.092.865 6,511 NOVO 13.839 0,083
MDB 2.389.190 14,235 PC DO B 394.763 2,363
NOVO 26.204 0,156 PCB 14.751 0,088
PATRI 79.912 0,476 PCO 2.915 0,017
PC DO B 397.239 2,367 PDT 1.255.501 7,516
PCB 14.680 0,087 PEN 75.364 0,451
PCO 3.718 0,022 PHS 210.139 1,258
PDT 1.256.155 7,484 PMB 40.383 0,242
PHS 214.970 1,281 PMDB 2.396.200 14,346
PMB 42.806 0,255 PMN 220.916 1,323
PMN 220.838 1,316 PODE 162.103 0,97
PODE 166.641 0,993 PP 1.439.580 8,619
PP 1.443.110 8,598 PPL 39.422 0,236
PPL 40.220 0,24 PPS 480.995 2,88
PPS 480.205 2,861 PR 798.076 4,778
PR 796.058 4,743 PRB 394.754 2,363
PRB 398.203 2,373 PROS 92.983 0,557
PROS 97.154 0,579 PRP 248.875 1,49
PRP 250.515 1,493 PRTB 136.638 0,818
PRTB 138.707 0,826 PSB 654.220 3,917
PSB 655.267 3,904 PSC 422.301 2,528
PSC 422.579 2,518 PSD 323.438 1,936
PSD 326.642 1,946 PSDB 1.455.773 8,715
PSDB 1.457.534 8,684 PSDC 185.898 1,113
PSL 240.432 1,433 PSL 227.736 1,363
PSOL 150.003 0,894 PSOL 147.147 0,881
PSTU 17.131 0,102 PSTU 17.177 0,103
PT 1.589.943 9,473 PT 1.585.434 9,492
PTB 1.189.713 7,088 PTB 1.191.966 7,136
PTC 199.000 1,186 PTC 197.447 1,182
PV 375.643 2,238 PV 375.791 2,25
REDE 23.797 0,142 REDE 20.668 0,124
SOLIDARIEDADE 212.859 1,268 SD 200.056 1,198
16.783.781 16.703.366

Democratas, MDB, PCB, PMN, PPS, PR, PSTU, PTB e PV Perderam filiados, por outro lado 26 partidos ganharam novos filiados, NA ESQUERDA: PSOL saiu de 147,147 filiados em 2018 para 150,003 filiados crescimento de 2856 novos filiados, PT também teve crescimento 4509 novos filiados, o PCdoB cresceu ganhou 2476 novos filiados, o PSB ganhou 1017 novos filiados, Rede ganhou 3129 novos membros, PDT teve um crescimento menor apenas de 654 novos filiados!

Partidos de Direita também cresceram exemplo do NOVO crescimento de mais de 90% saiu de 13839 para 26204 filiados, 12365 novos filiados o partido é o defensor do setor da extrema direita e o seu governador Romeu Zema de Minas Gerais chegou a dizer que o partido quase se igualava ao PSL, Falando em PSL o partido de Bolsonaro ganhou 12696 novos adéptos,  PRTB do vice presidente General Mourão cresceu 2069 novos filiados. 

terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

Com pai preso e mãe desempregada, menino é detido após furtar fichário para estudar


Com pai preso e mãe desempregada, menino é detido após furtar fichário para estudar





Um estudante de 14 anos foi detido na tarde desta terça-feira (12) após furtar um fichário escolar em uma papelaria na cidade de Patos de Minas, no Alto Paranaíba. Após levar o bloco de folhas, ele foi para a escola, localizada a cerca de dois quarteirões do estabelecimento. No local, os militares encontraram o garoto escrevendo no material.
O menino alegou aos policiais que precisava do fichário para estudar e que sua mãe está desempregada e o pai está preso. Segundo a ocorrência, o material levado pelo jovem é avaliado em R$ 8. Ele escreveu em três das 96 folhas do material.
O jovem foi levado para delegacia onde foi orientado pelos militares a não cometer delitos. A mãe dele, de 34 anos, foi chamada ao local para orientar o filho. O estudante se desculpou pelo fato e devolveu todo o material furtado, incluindo as folhas já utilizadas por ele.
O menino tem três irmãos e estava ajudando a mãe trabalhando em um mercado da região. Contudo, ele foi dispensado recentemente e, na necessidade do material, acabou cometendo o delito.

FONTE: BHAZ

quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

BOLSONARO JÁ TOMOU 17 MEDIDAS CONTRA OS TRABALHADORES EM MENOS DE 24 HORAS

Em 24h, Bolsonaro toma 17 medidas que prejudicam o povo brasileiro

Não foi preciso esperar mais que um dia para que o presidente da extrema-direita deixasse claro para quem governará: para elite, para os interesses do mercado e para o governo dos EUA


  

Menos de 24 horas depois de assumir o comando do país, Jair Bolsonaro já colocou em prática seu projeto de país que coloca em risco o povo brasileiro, a liberdade da população e a soberania nacional. Da posse até aqui, são ao menos 17 medidas podem agravar ainda mais a crise iniciada após o golpe de 2016 e aumentar a violência contra pobres, negros e das minorias que tanto atacou durante sua vida parlamentar.
As decisões vão desde a redução do salário mínimoprevisto para 2019 até a disposição imediata para curvar-se aos interesses do governo dos EUA.
Confira as 17 medidas de Bolsonaro contra o Brasil:
1) Garfou 8 Reais do salário mínimo aprovado pelo Congresso;
2) Extinguiu Secretaria da Diversidade, Alfabetização e Inclusão do MEC, para reimplantar o preconceito e impedir o ensino crítico;
3) Proibiu a Funai de demarcar áreas indígenas, que agora será feita pelo Ministério do Agronegócio;
4) Anunciou liberação a posse de armas e disse que vai tornar esse “direito” vitalício;
5) Anunciou que vai impor a prisão de condenados em segunda instância, atropelando o STF;
6) Extinguiu os ministérios do Trabalho, da Cultura, das Cidades, Esportes e Integração Racial;
7) Esvaziou a Comissão da Anistia, remetendo-a para o patético Ministério da Damares;
8) Liberou as chefias do Itamaraty para nomeações políticas, quebrando uma tradição secular da diplomacia profissional brasileira;
9) Anunciou que vai privatizar Eletrobras, apesar do veto do Congresso ao processo de capitalização da estatal;
10) Comprometeu-se com os EUA para atacar Venezuela, Cuba e Nicarágua;
11) Colocou a reforma contra os aposentados no topo da agenda de governo;
12) Confirmou a transferência da embaixada brasileira para Jerusalém, mostrando que é submisso a Trump e ofendendo a comunidade árabe;
13) Reprimiu seus próprios apoiadores na posse e censurou violentamente a cobertura da imprensa;
14) Anunciou demissão sumária de servidores que criticaram suas políticas em redes sociais privadas;
15) Extinguiu o Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea), que orienta o combate à fome e o Bolsa Família;
16) Acabou com o Conselho Nacional de Integração de Políticas de Transportes e tirou do Senado a aprovação dos diretores do DNIT;
17) Fez um acordão com os partidos políticos que ele tanto criticou, para que o PSL apoie a reeleição de Maia e ganhe cargos na Câmara.
FONTE:  Redação da Agência PT de Notícias




sábado, 29 de dezembro de 2018

Brasil tem 42 bilionários, segundo a Forbes, confira a lista!

Brasil tem 42 bilionários, segundo a Forbes

Veja quem são as pessoas mais ricas do país
O Brasil perdeu 1 bilionário entre 2017 e 2018, segundo ranking mundial divulgado nesta terça-feira (06/03), pela revista norte-americana Forbes. O brasileiro mais rico do país é Jorge Paulo Lemann, com uma fortuna estimada em US$ 27,4 bilhões — uma queda de US$ 1,8 bilhão em relação ao ranking de 2017. Ele é a 29ª pessoa mais rica do mundo.

Em segundo lugar no ranking dos brasileiros mais ricos, aparece o banqueiro Joseph Safra, com um patrimônio de US$ 23,5 bilhões, seguido de Marcel Telles, na terceira posição, com US$ 14 bilhões.
A lista mundial de 2018 aponta que o fundador da Amazon, Jeff Bezos, é a pessoa mais rica do mundo, com uma fortura estimada em US$ 112 bilhões. O fundador da Microsoft, Bill Gates, que liderou a lista dos mais ricos 18 vezes nos últimos 24 anos, ficou em segundo lugar com um patrimônio de US$ 90 bilhões, US$ 4 bilhões a mais que no ano anterior. Jack Ma, da Alibaba, está em 20°, com um patrimônio de US$ 39 bilhões.
leiros
1. Jorge Paulo Lemann – US$ 27,4 bilhões
2. Joseph Safra – US$ 23,5 bilhões
3. Marcel Herrmann Telles – US$ 14 bilhões
4. Carlos Alberto Sicupira – US$ 12 bilhões
5. Eduardo Saverin – US$ 10,1 bilhões
6. Pedro Moreira Salles – US$ 5,1 bilhões
7. Fernando Roberto Moreira Salles – US$ 5 bilhões
8. João Moreira Salles – US$ 5 bilhões
9. Walther Moreira Salles Junior – US$ 5 bilhões
10. Abilio dos Santos Diniz – US$ 3,5 bilhões
11. Walter Faria – US$ 3,2 bilhões
12. Luis Frias – US$ bilhões
13. Ermirio Pereira de Moraes – US$ 2,7 bilhões
14. Jorge Moll Filho – US$ 2,6 bilhões
15. Maria Helena Moraes Scripilliti - US$ 2,6 bilhões
16. Aloysio de Andrade Faria – US$ 2,5 bilhões
17. José Roberto Marinho – US$ 2,5 bilhões
18. Roberto Irineu Marinho – US$ 2,5 bilhões
19. Carlos Sanchez – US$ 2,5 bilhões
20. José Luís Cutrale – US$ 2,4 bilhões
21. Alfredo Egydio Arruda Villela Filho – US$ 2,4 bilhões
22. André Esteves – US$ 2,4 bilhões
23. João Roberto Marinho – US$ 2,4 bilhões
24. Nevaldo Rocha – US$ 2,4 bilhões
25. Lia Maria Aguiar – US$ 2,2 bilhões
26. Dulce Pugliese de Godoy Bueno – US$ 2,2 bilhões
27. Ana Lucia de Mattos Barretto Villela – US$ 2,2 bilhões
28. Alexandre Grendene Bartelle – US$ 2,2 bilhões
29. João Alves de Queiroz Filho – US$ 2 bilhões
30. Jayme Garfinkel – US$ 2 bilhões
31. Júlio Bozano – US$ 1,8 bilhões
32. Liu Ming Chung – US$ 1,7 bilhão
33. Lírio Parisotto – US$ 1,6 bilhão
34. José João Abdalla Filho – US$ 1,5 bilhão
35. Miguel Krigsner – US$ 1,5 bilhão
36. José Isaac Peres – US$ 1,5 bilhão
37. Antônio Luiz Seabra – US$ 1,5 bilhão
38. Rubens Ometto Silveira Mello – US$ 1,4 bilhão
39. Daisy Igel – US$ 1,2 bilhão
40. Ana Maria Marcondes Penido Sant'Anna – US$ 1,2 bilhão
41. Maurizio Billi – US$ 1 bilhão
42. Elie Horn – US$ 1 bilhão

FONTE: FORBES


quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

Polícia descobre plano para matar Marcelo Freixo




Polícia Civil do Rio intercepta plano de milicianos para executar Freixo neste sábado
Um policial militar e dois comerciantes, de acordo com relatório da Polícia Civil, estariam planejando assassinar o deputado estadual, que presidiu a CPI das milícias; eles fariam parte do mesmo grupo investigado pelo assassinato de Marielle Franco
A Polícia Civil do Rio de Janeiro interceptou um plano de milicianos para assassinar o deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL-RJ) neste sábado (15). O parlamentar participaria de uma atividade pública com militantes e professores da rede particular de ensino em Campo Grande. As informações constam em um relatório confidencial da polícia que o jornal O Globo teve acesso.
De acordo com o relatório, um policial militar e dois comerciantes estariam planejando o assassinato de Freixo. Eles teriam ligação com um grupo de milicianos da Zona Oeste do Rio, o mesmo que é investigado pelo assassinado de Marielle Franco.
De acordo com o jornal O Globo, o relatório foi repassado para vários setores da inteligência da secretaria de Segurança do Rio de Janeiro com fotografias dos suspeitos citados.
Essa não é a primeira ameaça de morte que Freixo recebe. O deputado presidiu a CPI das Milícias em 2008 e, desde então, vem contando com proteção policial por conta das constantes ameaças.
Pelo Twitter, o deputado federal eleito, que evidentemente já cancelou sua agenda no sábado, criticou o fato de que, mesmo com os resultados positivos da CPI, nada foi feito para combater a “máfia” carioca.
“No mês em quem a CPI das Milícias completa 10 anos, voltei a ser ameaçado. A CPI foi um marco no combate ao crime: mais de 200 indiciados e principais chefes presos. Apresentamos 48 medidas para enfrentar a máfia, mas nada foi feito”, escreveu o deputado.
“O relatório da CPI é uma conquista porque é propositivo e indica caminhos para derrotarmos as milícias. Autoridades do Município, Estado e União receberam o documento, mas não avançamos. Milicianos continuam matando, ameaçando, tiranizando principalmente quem vive nas áreas mais pobres”, completou.