quarta-feira, 25 de novembro de 2015
terça-feira, 24 de novembro de 2015
DINHEIRO QUEIMADO! VIVA A PREFEITURA DE SALVADOR.
Ontem não foi dia 31 de dezembro, mas teve grande queima de fogos no Comércio. Nesta segunda-feira (24) pela noite, a Prefeitura fez uma prévia do espetáculo pirotécnico que deve acontecer na virada do ano. Segundo o Correio, 1,2 tonelada de explosivos foi detonada durante cerca de dois minutos e meio a partir do quebra-mar. No final do ano serão usadas mais de 14 toneladas ao longo de 15 minutos no Comércio. Esta foi a primeira vez que houve um teste antes do evento. "A gente fez questão de fazer esse teste para demarcar as posições, ver as dimensões de altura, posicionamento dos canhões. O teste superou nossas expectativas", explicou o presidente da Empresa de Turismo de Salvador (Saltur), Isaac Edington, ao Correio. Além do Comércio, outros 15 locais terão queima de fogos na virada do ano: Amaralina, Barra, Boa Viagem, Boca do Rio, Cajazeiras, Ilha de Bom Jesus dos Passos, Ilha de Maré, Itapuã, Jardim de Alah, Paripe, Periperi, Praia de Paramana, Praia de Santana, Ribeira e Santo Antônio Além do Carmo. Assista a queima de fogos desta segunda-feira
fonte: Bahia Noticias
fonte: Bahia Noticias
REGIÃO METROPOLITANA DE SALVADOR CAMPEÃ EM DESEMPREGO, PARABÉNS GOVERNO!
O IBGE apontou nesta terça-feira (24) que a Bahia, Salvador e a região metropolitana da capital baiana lideram a taxa de desocupação na comparação com outras áreas similares do país. O índice refere-se ao 3º trimestre de 2015 e atingiu a marca de 9 milhões de pessoas desempregadas, segundo a PNAD contínua. De acordo com o IBGE, a Bahia mostrou a maior taxa de desocupação (12,8%) e Santa Catarina (4,4%), a menor. Entre os 27 municípios das capitais, Salvador tinha a maior taxa (16,1%) e Rio de Janeiro (5,1%) a menor. Entre as 21 regiões metropolitanas investigadas, Salvador (17,0%) tinha a maior taxa de desocupação e Curitiba (5,7%) a menor. A taxa de desocupação no país ficou em 8,9%. Foi a maior taxa da série iniciada em 2012. O Nordeste apresentou a maior taxa (10,8%) e o Sul, a menor, 6,0%. No Nordeste, do 3º trimestre de 2014 para o 3º trimestre de 2015, houve alta de 2,2 pontos percentuais na taxa de desocupação e na Região Sul, de 1,8 ponto percentual. A taxa de desocupação dos jovens de 18 a 24 anos de idade (19,7%) apresentou patamar elevado em relação à taxa média total (8,9%). Este comportamento foi verificado, tanto para o Brasil, quanto para as cinco Grandes Regiões.
FONTE: BAHIA NOTICIAS
FONTE: BAHIA NOTICIAS
VALE QUANTO DOA!
VALE QUANTO DOA
Dados da Justiça Eleitoral apontam que nas eleições do ano passado empresas controladas pela mineradora Vale repassaram a partidos políticos o total de 48,85 milhões, com o PMDB na dianteira entre as legendas que receberam a “ajuda”. O partido de Eduardo Cunha (RJ) e Renan Calheiros (AL), presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, respectivamente, e base de apoio ao governo federal, foi agraciado com 23,55 milhões de reais. Também fazem parte da legenda o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, e boa parte dos chefes do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM).
O partido da presidenta Dilma Roussef aparece em segundo lugar no valor das doações da empresa, uma das donas da Samarco, responsável pela tragédia ocorrida em Mariana-MG, no dia 5 de novembro. 8,25 milhões de reais foi o montante repassado à legenda, também do governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, que dias após o ocorrido na cidade mineira, concedeu entrevista coletiva à imprensa na sede da empresa.
O PSOL, que não recebe dinheiro de empreiteiras e mineradoras, está fora desta lista.
sexta-feira, 13 de novembro de 2015
EX DEPUTADO DO PT SE FILIA AO PSOL
EX: DEPUTADO FEDERAL JESUS RODRIGUES DO PT, SE FILIA AO PSOL
: Perfil pessoal e eleitoral do ex-deputado federal e novo filiado do PSOL.
Eleito deputado federal pelo PT-PI com pouco menos de 70 mil votos (4,15% -- isso é MUITO!).
A campanha dele custou pouco menos de 465 mil reais, com financiamento dele próprio (264 mil), de pessoas físicas (cerca de 85 mil reais), do comitê eleitoral (43 mil reais) e também de empresas (mais ou menos 70 mil reais. A maior doadora foi a clínica UDI 24 HORAS, que doou 30 mil reais).
Quando estava como deputado federal, votava quase sempre à esquerda e/ou com o Governo.
Tinha atuação destacada na defesa dos povos indígenas, da reforma política, da economia solidária e da frente municipalista.
Não responde a nenhum processo judicial.
Formado em ciências econômicas, presidiu a Associação de Pessoal da Caixa Econômica Federal (1989-1992). É empresário ligado à área de clínicas e laboratórios de exames médicos.
Formado em Ciências Econômicas, Universidade Federal do Piaui, Teresina, PI, e em Administração de marketing, Fundação Getúlio Vargas, São Paulo, SP.
Esteve no PDT de 1986 até 1990, quando entrou no PT e ficou até 2015.
O ACIDENTE TEM NOME, VALE!
O segundo turno das últimas eleições presidenciais foi definido entre dois candidatos nascidos em Minas Gerais: Aécio Neves e Dilma Rousseff. Um deles é tucano, a outra é petista, e ambos têm mantido um silêncio ensurdecedor sobre a responsabilidade da maior empresa mineradora do país na tragédia de proporções históricas que vitimou a população e o ecossistema do estado onde nasceram. Contudo, ambos conhecem muito bem a Vale S.A., privatizada durante o governo de Fernando Henrique Cardoso. A empresa doou R$ 3.150.000 para o PT e R$ 3.100.000 para o PSDB nas últimas eleições, contribuindo com a campanha de ambos os presidenciáveis. Não importava quem tivesse finalmente mais votos: ambos deveriam a ela quase exatamente a mesma quantidade de dinheiro. E, claro, a generosidade da Vale não parou por aí: o maior beneficiário de sua bondade foi o PMDB, que recebeu R$ 11.550.000, quase a metade da caridade da empresa no último ano eleitoral. Também foram beneficiados o PSB, o PCdoB, o DEM, o PP, o Solidariedade, o PPS, o PSD, o PR e o PRB, somando um total de R$ 22.650.000 entre todos os partidos. No caso de Dilma e Aécio, ambos tiveram entre 6 e 8% do total da receita de campanha (seja por doação direta ou através do comitê financeiro) proveniente de empresas de mineração.
Para piorar essas relações entre a Vale e os poderes constituídos, vejam a seguinte equação: a Vale é controlada por uma holding chamada Valepar que, por sua vez, é controlada pela Previ, um fundo de pensões que é controlado pelo Governo. É suspeito, pra dizer o mínimo, que uma empresa com participação do Estado seja doadora de mais de 20 milhões de reais a quase todos os partidos políticos. Quanto mais se procura, mas se vê como é podre esse tipo de relação.
Vocês já devem ter notado qual é o partido com representação no parlamento que não está na lista de beneficiários desses empresários, não é? Isso mesmo: o PSOL não aceita dinheiro deles.
Eu sempre digo — e vou repetir aqui — que a corrupção não é um problema apenas moral. A relação promíscua entre a política e o capital, seja legal ou ilegal, com recibo ou sem ele, não afeta apenas a decência pública. A principal consequência dessa relação que permite às principais empresas do país decidir quais candidatos e quais partidos terão mais dinheiro para fazer campanha — e portanto mais chances de vencer as eleições — é que, depois, os funcionários eleitos no executivo ou no legislativo têm com essas empresas uma dívida muito mais cara e mais difícil de pagar que com a população que os elegeu. E sabem que precisarão delas quatro anos depois para serem reeleitos. Quem perde com isso? O povo pobre arrasado pela lama, o rio que não é mais o rio, como canta o espanhol Joan Manoel Serrat, e as cidades inteiras destruídas por uma tragédia que poderia ter sido evitada se cada um dos poderes públicos encarregados de impedi-la não estivessem em dívida com a empresa que a provocou.
Vejam até que ponto essa relação entre política e capital tem tudo a ver com o que aconteceu em Mariana e pode vir a acontecer em outras partes do Brasil. A comissão especial criada pela Câmara dos Deputados para emitir parecer sobre o projeto de novo Código de Mineração, que regulará a atividade de empresas como a Vale, está presidida por um deputado que teve quase 20% de sua campanha financiada por empresas mineradoras e uma porcentagem semelhante se repete no caso dos seus três vice-presidentes. O relator da comissão, que deu parecer favorável ao projeto, teve nada menos que 42% de sua campanha (que arrecadou quase 5 milhões) financiada por empresas mineradoras. A lista de doadores da maioria dos integrantes da comissão está cheia de empresas ligadas a essa atividade. Precisa desenhar?
Não tem como entender o silêncio de Dilma e Aécio e a atitude vergonhosa do governador petista Fernando Pimentel, que fez uma coletiva de imprensa na sede da Samarco e chegou a dizer que "a empresa está fazendo tudo o que tem que ser feito". É tudo tão explícito que chega a ser obsceno.
Em 2010, um vazamento de 780.000 m³ de petróleo no Golfo de México provocou um dos piores desastres ambientais da história dos Estados Unidos. O presidente Barack Obama foi categórico: ele responsabilizou a empresa BP e afirmou que teria que pagar pelo dano que causara. E, como lembra o professor Idelber Avelar, que mora nos EUA, "pagaram 4 bilhões de dólares, depois de serem indiciados por crime ambiental e homicídios culposos em ação movida pelo Executivo". O vídeo com o pronunciamento de Obama está disponível no Youtube, para quem quiser assistir: https://youtu.be/ Ya6Av7uecbg. Agora comparemos com as palavras de Pimentel: "A barragem rompeu, é uma tragédia. Está sendo um esforço grande do governo do Estado e das prefeituras locais e a empresa está cuidando do que ela é responsável". Faltou ele usar uma camisa com a logo da Vale.
Não, não estou comparando o Brasil com algum país socialista, mas com a maior economia capitalista do planeta. É assim de longe que estamos do mínimo de vergonha na cara que precisa ter um país. Repito: precisa desenhar?
* *
Fonte dos dados: http://ibase.br/pt/ wp-content/uploads/2015/09/ quem-e-quem-comite-2014.pdf
Por Jean Wyllys
Para piorar essas relações entre a Vale e os poderes constituídos, vejam a seguinte equação: a Vale é controlada por uma holding chamada Valepar que, por sua vez, é controlada pela Previ, um fundo de pensões que é controlado pelo Governo. É suspeito, pra dizer o mínimo, que uma empresa com participação do Estado seja doadora de mais de 20 milhões de reais a quase todos os partidos políticos. Quanto mais se procura, mas se vê como é podre esse tipo de relação.
Vocês já devem ter notado qual é o partido com representação no parlamento que não está na lista de beneficiários desses empresários, não é? Isso mesmo: o PSOL não aceita dinheiro deles.
Eu sempre digo — e vou repetir aqui — que a corrupção não é um problema apenas moral. A relação promíscua entre a política e o capital, seja legal ou ilegal, com recibo ou sem ele, não afeta apenas a decência pública. A principal consequência dessa relação que permite às principais empresas do país decidir quais candidatos e quais partidos terão mais dinheiro para fazer campanha — e portanto mais chances de vencer as eleições — é que, depois, os funcionários eleitos no executivo ou no legislativo têm com essas empresas uma dívida muito mais cara e mais difícil de pagar que com a população que os elegeu. E sabem que precisarão delas quatro anos depois para serem reeleitos. Quem perde com isso? O povo pobre arrasado pela lama, o rio que não é mais o rio, como canta o espanhol Joan Manoel Serrat, e as cidades inteiras destruídas por uma tragédia que poderia ter sido evitada se cada um dos poderes públicos encarregados de impedi-la não estivessem em dívida com a empresa que a provocou.
Vejam até que ponto essa relação entre política e capital tem tudo a ver com o que aconteceu em Mariana e pode vir a acontecer em outras partes do Brasil. A comissão especial criada pela Câmara dos Deputados para emitir parecer sobre o projeto de novo Código de Mineração, que regulará a atividade de empresas como a Vale, está presidida por um deputado que teve quase 20% de sua campanha financiada por empresas mineradoras e uma porcentagem semelhante se repete no caso dos seus três vice-presidentes. O relator da comissão, que deu parecer favorável ao projeto, teve nada menos que 42% de sua campanha (que arrecadou quase 5 milhões) financiada por empresas mineradoras. A lista de doadores da maioria dos integrantes da comissão está cheia de empresas ligadas a essa atividade. Precisa desenhar?
Não tem como entender o silêncio de Dilma e Aécio e a atitude vergonhosa do governador petista Fernando Pimentel, que fez uma coletiva de imprensa na sede da Samarco e chegou a dizer que "a empresa está fazendo tudo o que tem que ser feito". É tudo tão explícito que chega a ser obsceno.
Em 2010, um vazamento de 780.000 m³ de petróleo no Golfo de México provocou um dos piores desastres ambientais da história dos Estados Unidos. O presidente Barack Obama foi categórico: ele responsabilizou a empresa BP e afirmou que teria que pagar pelo dano que causara. E, como lembra o professor Idelber Avelar, que mora nos EUA, "pagaram 4 bilhões de dólares, depois de serem indiciados por crime ambiental e homicídios culposos em ação movida pelo Executivo". O vídeo com o pronunciamento de Obama está disponível no Youtube, para quem quiser assistir: https://youtu.be/
Não, não estou comparando o Brasil com algum país socialista, mas com a maior economia capitalista do planeta. É assim de longe que estamos do mínimo de vergonha na cara que precisa ter um país. Repito: precisa desenhar?
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Fonte dos dados: http://ibase.br/pt/
Por Jean Wyllys
segunda-feira, 2 de novembro de 2015
PSOL BAIANO ELEGE NOVA DIREÇÃO
Tivemos ontem a eleição da direção estadual do Psol Bahia, onde se apresentou 3 chapas, sendo a vencedora a chapa de Ronaldo Santos com 123 votos, a chapa a qual faço parte obteve 115 votos e a chapa de Hilton Coelho 81 votos, Estamos na luta por um psol democrático, livre e independente. Ao total foram 319 delegados e dezenas de observadores, fiscais e militantes, Estamos na luta.
Composição das Chapas para direção estadual:
Unidade Socialista 123 votos Ronaldo Santos, Franderrak, Zipão, Cleide Coutinho, Gildasio Cunha, Galo Cego, e cia
Rosa Zumbi, Insurgência e MES 115 votos Fabio Nogueira, Marcos Mendes, Linnehs Ramos, Reinaldo, Guilherme, Gilcativar e cia
APS Nova Era e RPR 81 votos Jhonatan Monteiro, Hamilton Assis, Zilmar Alverita, Paula Vielmo, Newton Jr, Hilton Coelho e cia.
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