sexta-feira, 29 de março de 2019

Mais da metade dos brasileiros não tem diploma do ensino médio, aponta OCDE



Mais da metade dos brasileiros não tem diploma do ensino médio, aponta OCDE


Na comparação com o Brasil, Chile, Argentina e Colômbia têm mais adultos na faixa de 25 a 64 anos com diploma do ensino médio — Foto google

Estudo divulgado nesta terça pela instituição mostra que 52% das pessoas com idade entre 25 e 64 anos não concluíram o ensino médio, desempenho que deixa o Brasil atrás de vizinhos como Argentina, Chile e Colômbia.
O Brasil é um dos países com o maior número de pessoas sem diploma do ensino médio: mais da metade dos adultos (52%) com idade entre 25 e 64 anos não atingiram esse nível de formação, segundo o estudo Um Olhar sobre a Educação, divulgado nesta terça-feira pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).
A organização, com sede em Paris, destaca que o menor nível de escolaridade tende a ser associado com a maior desigualdade de renda.
No caso do Brasil, o país registra o segundo maior nível de desigualdade de renda entre os 46 países do estudo, ficando atrás apenas da Costa Rica.
O índice de pessoas que não cursaram o ensino médio no Brasil representa mais do que o dobro da média da OCDE. Na Costa Rica e no México, o percentual é ainda maior que o do Brasil: 60% e 62%, respectivamente, os mais elevados do estudo.
Outros países latinoamericanos, contudo, têm melhor desempenho que o Brasil. Na Argentina, 39% dos adultos na faixa de 25 a 64 anos não concluíram o ensino médio, no Chile, o percentual é de 35% e, na Colômbia, de 46%.
O estudo abrange as 36 economias da OCDE, a maioria desenvolvidas, e dez países parceiros da organização, como África do Sul, Argentina, China, Colômbia, Índia, Rússia e Brasil.


"Na maioria dos países da OCDE, a ampla maioria dos jovens adultos, com idade entre 25 e 34, tem pelo menos a qualificação do ensino médio. Em poucas décadas, o ensino médio passou de um veículo de ascensão social ao mínimo exigido para a vida em uma sociedade moderna", afirma o relatório.

Segundo a organização, os que deixam a escola antes de completar o ensino médio enfrentam não apenas dificuldades no mercado de trabalho, com menores salários, mas também têm competências cognitivas - memória, habilidades motoras, atenção, entre outras - bem inferiores aos das pessoas que possuem essa formação.
A organização também ressalta o número relativamente baixo de alunos com mais de 14 anos de idade inscritos em instituições de ensino no Brasil.
Apenas 69% daqueles entre 15 e 19 anos e somente 29% dos jovens de 20 a 24 anos estão matriculados, de acordo com a OCDE. A média nos países da organização é, respectivamente, de 85% e 42%.

Desigualdades regionais


O Brasil enfrenta ainda "desigualdades regionais significativas" em relação ao ensino superior, diz o relatório.

No Distrito Federal, 33% dos jovens adultos chegam à universidade. No Maranhão, o estado com o menor PIB per capita, esse número é de apenas 8%. 

Essa disparidade regional entre alunos que conseguem atingir o ensino superior no Brasil "é, de longe, a maior na comparação com toda a OCDE e países parceiros", incluindo grandes países como os Estados Unidos e a Rússia, que também possuem várias áreas de diferentes tamanhos e populações.


"Assegurar que as pessoas tenham oportunidade de atingir níveis adequados de educação é um desafio crítico. O acesso ao ensino superior vem crescendo no Brasil, mas ainda é uma das taxas mais baixas entre a OCDE e países parceiros, e está abaixo de todos os outros países da América Latina com dados disponíveis", ressalta o estudo, citando a Argentina, Chile, Colômbia, Costa Rica e México.


No Brasil, 17% dos jovens adultos com idade entre 24 e 34 anos atingem o ensino superior. Em 2007, o índice era de 10%. Apesar da melhora, o desempenho ainda está cerca de 27 pontos percentuais abaixo da média da OCDE.
"Para melhorar a transição entre o ensino e o mercado de trabalho, independentemente do cenário econômico, os sistemas de educação têm de se assegurar que as pessoas tenham as competências exigidas na vida profissional", diz a organização.
Segundo a OCDE, apesar do Brasil investir uma fatia importante de seu PIB na Educação, os gastos por aluno, sobretudo no ensino básico, são baixos.
O Brasil destina cerca de 5% do PIB à rubrica (dados de 2015), acima da média de 4,5% do PIB dos países da OCDE, diz o relatório.
O governo brasileiro gasta, porém, cerca de US$ 3,8 mil por estudante no ensino fundamental e médio, menos da metade dos países da OCDE.
A despesa com os estudantes de instituições públicas, no entanto, é quatro vezes maior, US$ 14, 3 mil, pouco abaixo da média da OCDE, que é de US$ 15,7 mil.

FONTE: O GLOBO

Miriam Leitão: governo gasta pouco no Ensino Médio
Bom Dia Brasil
00:00/03:55

Estudo revela que metade dos adultos não concluiu o ensino médio
Bom Dia Brasil
00:00/04:43

terça-feira, 19 de março de 2019

A MAIOR UNIVERSIDADE DO MUNDO TEM MAIS DE QUATRO MILHÕES DE ALUNOS

LEMA:  
  A Universidade do Povo

TIPO: Pública 


Universidade Aberta Nacional Indira Gandhi



A Universidade Aberta Nacional Indira Gandhi, conhecida como IGNOU , é uma Universidade Central localizada em Maidan Garhi, Nova Delhi, Índia. Nomeado após o ex- primeiro-ministro da Índia, Indira Gandhi , a universidade foi criada em 1985 com um orçamento de  20 milhões, após o Parlamento da Índia aprovou a Lei de Indira Gandhi National Open University de 1985 (Lei IGNOU 1985). [2] O IGNOU é administrado pelo governo central da Índia e, com um número total de matrículas ativas de mais de 4 milhões de estudantes, afirma ser a maior universidade do mundo . [3] [1]



A IGNOU foi fundada para atender a população indígena por meio da educação a distância e aberta , oferecendo oportunidades de educação superior a todos os segmentos da sociedade. Também visa encorajar, coordenar e estabelecer padrões para educação a distância e aberta na Índia, e para fortalecer os recursos humanos da Índia por meio da educação. [4] [5] Além do ensino e pesquisa, a extensão e o treinamento formam o pilar de suas atividades acadêmicas. Ele também atua como um centro de recursos nacional e serve para promover e manter os padrões de educação à distância na Índia. [5] O IGNOU acolhe os Secretariados do Consórcio SAARC sobre Aprendizagem Aberta e à Distância (SACODiL) e a Rede Global Mega Universidades (GMUNET), inicialmente apoiada porUNESCO .

O IGNOU iniciou um processo de descentralização através da criação de cinco zonas; norte, sul, leste, oeste e nordeste. O primeiro quartel-general regional, que atende quatro estados do sul, Pondicherry, Andaman e Nicobar e Lakshadweep, está sendo instalado nos arredores de Thiruvananthapuram, em Kerala. carece de fontes? ] O Ministério do HRD confiou a responsabilidade de desenvolver o Projecto de Política de Aprendizagem Aberta e à Distância e Cursos Online ao IGNOU. [6]
 
ESCOLAS:

IGNOU tem 21 escolas e uma rede de 67 centros regionais, 2667 centros de estudo e 29 centros internacionais (em 15 países). Aproximadamente 20% de todos os estudantes matriculados no ensino superior na Índia estão matriculados no IGNOU. [10] IGNOU oferece 226 programas acadêmicos que incluem cursos nos níveis de certificado, diploma e graduação.



ESCOLADIRETOR
Escola de HumanidadesSatyakam
Escola de Ciências SociaisProf. Swaraj Basu
Escola de CiênciasMS Nathawat
Escola de EducaçãoProf. Saroj Pandey
Escola de Educação ContinuadaDr. Heena Bijli
Escola de Engenharia e TecnologiaDr. Rakhi Sharma
Escola de Estudos de GestãoProf. Madhu Tyagi
Faculdade de Ciências da SaúdeSB Arora
Escola de Computação e Ciências da InformaçãoDr. VV Subrahmanyam
Escola de AgriculturaProf MK Salooja
Escola de DireitoProf K Elumalai
Escola de Jornalismo e Novos Estudos de MídiaDr. Shambhu Nath Singh
Escola de Gênero e Estudos de DesenvolvimentoProf Neelima Srivastava
Escola de Gestão de Serviços de Hotelaria TurísticaRavindra Kumar
Escola de Estudos Interdisciplinares e TransdisciplinaresDr. Boyina Rupini
Escola de Serviço SocialDr. Rose Nembiakkim
Escola de Educação Vocacional e TreinamentoProf. RSP Singh
Escola de Extensão e Estudos de DesenvolvimentoDr Nehal A Farooquee
Escola de Línguas Estrangeiras
Escola de Estudos de Tradução e TreinamentoDr. Rajendra Prasad Pandey
Escola de Artes Visuais e ExecutivasDr Govindaraju Bharawa

Divisões 

A Universidade Aberta Nacional Indira Gandhi tem as seguintes 11 Divisões para cuidar de várias atividades administrativas dentro da universidade.
DIVISÃOCABEÇA
Divisão Acadêmica e CoordenaçãoProf. Deval Singhroy
Divisão administrativaSra. Vidya Sonal
Construção e ManutençãoSudheer Reddy
Divisão de ComputadoresDr Murli
Divisão internacionalDr Silima Nanda
Divisão de Finanças e ContasMs Vidya Sonal
Divisão de Biblioteca e DocumentaçãoDr. Jaideep Sharma
Produção e Distribuição de MateriaisProf Pardeep Sahni
Divisão de Planejamento e DesenvolvimentoProf. TU Fulzelle
Divisão de Serviços RegionaisDr. V Venugopal Reddy
Divisão de Avaliação de AlunosDr. V Venugopal Reddy
Divisão de Registro de AlunosSh SK Sharma